Neste domingo, 24, o presidente Lula listou seis possíveis nomes para sua sucessão, são eles:
Ciro Gomes,
Dilma Rousseff,
Marta Suplicy,
Patrus Ananias,
Nelson Jobim ou
Tarso Genro.
Um desses será o candidato à presidência em 2010, segundo o presidente.
É esperar para ver e fazer como a própria campanha institucional do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) : "nós estamos de olho!".
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Agora, estes são os ganhadores do OSCAR 2008
Evento fantástico, cheio de surpresas. Mas, como sempre superando os anteriores, afinal, era o seu 80° aniversário.
Acompanhei pela TNT a divulgação dos ganhadores do OSCAR 2008.
Melhor filme: “Onde os fracos não têm vez”
Melhor diretor: Ethan e Joel Coen (”Onde os fracos não têm vez”)
Melhor ator: Daniel Dat Lewis
Melhor atriz: Marion Cotellard (”Piaf - um hino ao amor”)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (”Onde os fracos não tem vez”)
Melhor atriz coadjuvante: Tilda Swinton (”Conduta de risco”)
Melhor roteiro original: Diablo Cody, “Juno”
Melhor roteiro adaptado: Ethan e Joel Coen (”Onde os fracos não têm vez”)
Melhor animação: “Ratatouille”, de Brad Bird
Melhor documentário: “Taxi to the dark side”, de Alex Gibney e Eva Orner
Melhor filme estrangeiro: “The counterfeiters”, de Stefan Ruzowitzky (Austria)
Melhor fotografia: Sangue Negro
Melhor direção de arte: “Sweeney Todd - O barbeiro demoníaco da Rua Feet”
Melhor edição: “O ultimato Bourne”
Melhor mixagem de som: “O ultimato Bourne”
Melhor edição de som: “O ultimato Bourne”
Melhores efeitos especiais: “A bússola de ouro”
Melhor maquiagem: “Piaf – Um hino ao amor”
Melhor figurino: “Elizabeth – A era de ouro”
Melhor canção original: “Falling Slowly”, de Glen Hansard e Marketa Irglova (”Once”)
Melhor trilha sonora original:: Dario Marianeli (”Desejo e Reparação”)
Melhor curta-metragem: “Le Mozart des pickpockets”
Melhor curta-metragem de animação: “Peter and the wolf”
Melhor documentário em curta-metragem: “Freehand”
Acompanhei pela TNT a divulgação dos ganhadores do OSCAR 2008.
Melhor filme: “Onde os fracos não têm vez”
Melhor diretor: Ethan e Joel Coen (”Onde os fracos não têm vez”)
Melhor ator: Daniel Dat Lewis
Melhor atriz: Marion Cotellard (”Piaf - um hino ao amor”)
Melhor ator coadjuvante: Javier Bardem (”Onde os fracos não tem vez”)
Melhor atriz coadjuvante: Tilda Swinton (”Conduta de risco”)
Melhor roteiro original: Diablo Cody, “Juno”
Melhor roteiro adaptado: Ethan e Joel Coen (”Onde os fracos não têm vez”)
Melhor animação: “Ratatouille”, de Brad Bird
Melhor documentário: “Taxi to the dark side”, de Alex Gibney e Eva Orner
Melhor filme estrangeiro: “The counterfeiters”, de Stefan Ruzowitzky (Austria)
Melhor fotografia: Sangue Negro
Melhor direção de arte: “Sweeney Todd - O barbeiro demoníaco da Rua Feet”
Melhor edição: “O ultimato Bourne”
Melhor mixagem de som: “O ultimato Bourne”
Melhor edição de som: “O ultimato Bourne”
Melhores efeitos especiais: “A bússola de ouro”
Melhor maquiagem: “Piaf – Um hino ao amor”
Melhor figurino: “Elizabeth – A era de ouro”
Melhor canção original: “Falling Slowly”, de Glen Hansard e Marketa Irglova (”Once”)
Melhor trilha sonora original:: Dario Marianeli (”Desejo e Reparação”)
Melhor curta-metragem: “Le Mozart des pickpockets”
Melhor curta-metragem de animação: “Peter and the wolf”
Melhor documentário em curta-metragem: “Freehand”
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Porque hoje é sábado
Confira a lista completa dos indicados ao Oscar 2008 abaixo:
Melhor ator
George Clooney ("Conduta de Risco")
Daniel Day Lewis ("Sangue Negro")
Tommy Lee Jones ("No Vale das Sombras")
Viggo Mortensen ("Senhores do Crime")
Johnny Depp ("Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet")
Melhor ator coadjuvante
Casey Affleck ("O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford")
Javier Bardem ("Onde os Fracos Não Têm Vez")
Philip Seymour Hoffman ("Jogos do Poder")
Hal Holbrook ("Na Natureza Selvagem")
Tom Wilkinson ("Conduta de Risco")
Melhor atriz
Cate Blanchet ( "Elizabeth: A Era de Ouro")
Julie Christie ("Longe Dela")
Marion Cotillard ("Piaf - Um Hino ao Amor")
Laura Linney ("The Savages")
Ellen Page ("Juno")
Melhor atriz coadjuvante
Cate Blanchett ("Não Estou Lá")
Ruby Dee ("O Gângster")
Saoirse Ronan ("Desejo e Reparação")
Amy Ryan ("Gone Baby Gone")
Tilda Swinton ("Conduta de Risco")
Melhor filme
"Conduta de Risco"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
"Desejo e Reparação"
"Juno"
Melhor filme de animação
"Ratatouille" (Brad Bird)
"Tá Dando Onda" (Ash Brannon and Chris Buck)
"Persépolis" (Marjane Satrapi and Vincent Paronnaud)
Melhor diretor
Tony Gilroy ("Conduta de Risco")
Jason Reitman ("Juno")
Julian Schnabel ("O Escafandro e a Borboleta")
Paul Thomas Anderson ("Sangue Negro")
Ethan e Joel Coen ("Onde os Fracos Não Têm Vez)
Melhor direção de arte
"O Gângster"
"Desejo e Reparação"
"A Bússola de Ouro"
"Sweeney Todd - o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"
"Sangue Negro"
Melhor fotografia
"O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford"
"Desejo e Reparação"
"O Escafandro e a Borboleta"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
Melhor figurino
"Across the Universe"
"Desejo e Reparação"
"Elizabeth: A Era de Ouro"
"Piaf - um hino ao amor"
"Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"
Melhor documentário
"No End in Sight"
"Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience"
"Sicko"
"Taxi to the Dark Side"
"War/dance"
Melhor documentário de curta-metragem
"Freeheld"
"La Corona"
"Salim Baba"
"Sari's Mother"
Melhor edição
"O Ultimato Bourne"
"O Escafandro e a Borboleta"
"Na Natureza Selvagem"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
Melhor filme estrangeiro
"The Counterfeiters" (Stefan Ruzowitzky - Áustria)
"Beaufort" (Joseph Cedar - Israel)
"Katyn" (Andrzej Wajda - Polônia)
"12" (Nikita Mikhalkov - Rússia)
"Mongol" (Sergei Bodrov - Cazaquistão)
Melhor maquiagem
"Piaf - Um Hino ao Amor"
"Norbit"
"Piratas do Caribe - No Fim do Mundo"
Melhor trilha sonora original
"Desejo e Reparação" (Dario Marianeli)
"O Caçador de Pipas" (Alberto Iglesias)
"Conduta de Risco" (James Newton Howard)
"Ratatouille" (Michael Giacchino)
"3:10 to Yuma" (Marco Beltrami)
Melhor canção original
"Falling Slowly" (Glen Hansard e Marketa Irglova - "Once")
"Happy Working Song" (Alen Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")
"Raise It Up" (Autor a ser determinado - "August Rush")
"So Close" (Alan Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")
"That's How You Know" (Alan Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")
Melhor curta-metragem
"At Night"
"Il Supplente"
"Le Mozart des Pickpockets"
"Tanghi Argentini"
"The Tonto Woman"
Melhor animação de curta-metragem
"I Met the Walrus"
"Madame Tutli-Putli"
"Meme Lês Pigeons Vont au Paradis"
"My Love"
"Peter and the Wolf"
Melhor edição de som
"O Ultimato Bourne"
"Ratatouille"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
"Transformers"
Melhor mixagem de som
"O Ultimato Bourne"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Ratatouille"
"3:10 to Yuma"
"Transformers"
Melhor efeito especial
"A Bússola de Ouro"
"Piratas do Caribe - No Fim do Mundo"
"Transformers"
Melhor roteiro adaptado
"O Escafandro e a Borboleta"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Desejo e Reparação"
"Longe Dela"
"Sangue Negro"
Melhor roteiro original
"Juno"
"Lars and the Real Girl"
"Conduta de Risco"
"Ratatouille"
"The Savages"
Melhor ator
George Clooney ("Conduta de Risco")
Daniel Day Lewis ("Sangue Negro")
Tommy Lee Jones ("No Vale das Sombras")
Viggo Mortensen ("Senhores do Crime")
Johnny Depp ("Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet")
Melhor ator coadjuvante
Casey Affleck ("O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford")
Javier Bardem ("Onde os Fracos Não Têm Vez")
Philip Seymour Hoffman ("Jogos do Poder")
Hal Holbrook ("Na Natureza Selvagem")
Tom Wilkinson ("Conduta de Risco")
Melhor atriz
Cate Blanchet ( "Elizabeth: A Era de Ouro")
Julie Christie ("Longe Dela")
Marion Cotillard ("Piaf - Um Hino ao Amor")
Laura Linney ("The Savages")
Ellen Page ("Juno")
Melhor atriz coadjuvante
Cate Blanchett ("Não Estou Lá")
Ruby Dee ("O Gângster")
Saoirse Ronan ("Desejo e Reparação")
Amy Ryan ("Gone Baby Gone")
Tilda Swinton ("Conduta de Risco")
Melhor filme
"Conduta de Risco"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
"Desejo e Reparação"
"Juno"
Melhor filme de animação
"Ratatouille" (Brad Bird)
"Tá Dando Onda" (Ash Brannon and Chris Buck)
"Persépolis" (Marjane Satrapi and Vincent Paronnaud)
Melhor diretor
Tony Gilroy ("Conduta de Risco")
Jason Reitman ("Juno")
Julian Schnabel ("O Escafandro e a Borboleta")
Paul Thomas Anderson ("Sangue Negro")
Ethan e Joel Coen ("Onde os Fracos Não Têm Vez)
Melhor direção de arte
"O Gângster"
"Desejo e Reparação"
"A Bússola de Ouro"
"Sweeney Todd - o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"
"Sangue Negro"
Melhor fotografia
"O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford"
"Desejo e Reparação"
"O Escafandro e a Borboleta"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
Melhor figurino
"Across the Universe"
"Desejo e Reparação"
"Elizabeth: A Era de Ouro"
"Piaf - um hino ao amor"
"Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"
Melhor documentário
"No End in Sight"
"Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience"
"Sicko"
"Taxi to the Dark Side"
"War/dance"
Melhor documentário de curta-metragem
"Freeheld"
"La Corona"
"Salim Baba"
"Sari's Mother"
Melhor edição
"O Ultimato Bourne"
"O Escafandro e a Borboleta"
"Na Natureza Selvagem"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
Melhor filme estrangeiro
"The Counterfeiters" (Stefan Ruzowitzky - Áustria)
"Beaufort" (Joseph Cedar - Israel)
"Katyn" (Andrzej Wajda - Polônia)
"12" (Nikita Mikhalkov - Rússia)
"Mongol" (Sergei Bodrov - Cazaquistão)
Melhor maquiagem
"Piaf - Um Hino ao Amor"
"Norbit"
"Piratas do Caribe - No Fim do Mundo"
Melhor trilha sonora original
"Desejo e Reparação" (Dario Marianeli)
"O Caçador de Pipas" (Alberto Iglesias)
"Conduta de Risco" (James Newton Howard)
"Ratatouille" (Michael Giacchino)
"3:10 to Yuma" (Marco Beltrami)
Melhor canção original
"Falling Slowly" (Glen Hansard e Marketa Irglova - "Once")
"Happy Working Song" (Alen Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")
"Raise It Up" (Autor a ser determinado - "August Rush")
"So Close" (Alan Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")
"That's How You Know" (Alan Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")
Melhor curta-metragem
"At Night"
"Il Supplente"
"Le Mozart des Pickpockets"
"Tanghi Argentini"
"The Tonto Woman"
Melhor animação de curta-metragem
"I Met the Walrus"
"Madame Tutli-Putli"
"Meme Lês Pigeons Vont au Paradis"
"My Love"
"Peter and the Wolf"
Melhor edição de som
"O Ultimato Bourne"
"Ratatouille"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Sangue Negro"
"Transformers"
Melhor mixagem de som
"O Ultimato Bourne"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Ratatouille"
"3:10 to Yuma"
"Transformers"
Melhor efeito especial
"A Bússola de Ouro"
"Piratas do Caribe - No Fim do Mundo"
"Transformers"
Melhor roteiro adaptado
"O Escafandro e a Borboleta"
"Onde os Fracos Não Têm Vez"
"Desejo e Reparação"
"Longe Dela"
"Sangue Negro"
Melhor roteiro original
"Juno"
"Lars and the Real Girl"
"Conduta de Risco"
"Ratatouille"
"The Savages"
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
A Dívida Externa morreu!!
Lembra da dívida externa brasileira? Pois é, acabou, morreu.
O aviso fúnebre - neste caso um alegre comunicado - saiu no site do Banco Central (www.bcb.gov.br).
Revela que no último mês de janeiro, o Brasil tornou-se credor externo, “fato inédito em nossa história”. Mais exatamente, o Brasil é credor em US$ 4 bilhões.
Chega-se a esse resultado assim: toma-se a Dívida Externa Total (pública e privada, DET) e se subtrai dela o “ativo” do país no exterior, que são basicamente as reservas internacionais do BC.
Chega-se, assim, à Dívida Externa Total Líquida (DETL).
Em 2003, essa DETL era de US$ 165 bilhões - era isso que o governo e as empresas privadas deviam liquidamente no exterior.
Em janeiro último, informa o BC, essa DELT deve ter chegado a “menos US$ 4 bilhões”, ou seja, não é mais Dívida, mas um crédito externo líquido de US$ 4 bilhões.
Resumindo, se você deve 190 e tem caixa de 194, você não deve nada. Sendo que a dívida externa brasileira é de médio e longo prazo. E as reservas são caixa, dinheiro no bolso.
É por isso que o Brasil tem passado bem pela crise internacional. Há uma crise de crédito e o Brasil não precisa de crédito.
Como chegamos a isso?
Estabilidade macroeconômica longamente construída;
Avanços no mercado financeiro, atraindo investidores externos para negócios, bolsa e títulos de renda fixa do governo;
Fantástico cenário internacional, com crescimento real (e, pois, aumento do comércio externo) e liquidez (dinheiro sobrando para investimentos nos países emergentes);
Ótimo desempenho das exportações;
Em resumo, ortodoxia econômica, empresas preparadas para exportar e a sorte de um extraordinário ambiente internacional no período 2003/07.
O mundo, agora, está desacelerando, mas o Brasil já construiu bons fundamentos. Aproveitou.
Se a gente tivesse um governo menor, com menos gastos e menos arrecadação de impostos, e um ambiente mais favorável ao investimento privado, o país estaria crescendo mais que a China.
Nisso, o país ainda está perdendo o bom momento para fazer as reformas tributária e fiscal.
PS: O documento do BC chama-se: Focus-BC - Indicadores de Sustentabilidade Externa do Brasil - Evolução Recente.
O aviso fúnebre - neste caso um alegre comunicado - saiu no site do Banco Central (www.bcb.gov.br).
Revela que no último mês de janeiro, o Brasil tornou-se credor externo, “fato inédito em nossa história”. Mais exatamente, o Brasil é credor em US$ 4 bilhões.
Chega-se a esse resultado assim: toma-se a Dívida Externa Total (pública e privada, DET) e se subtrai dela o “ativo” do país no exterior, que são basicamente as reservas internacionais do BC.
Chega-se, assim, à Dívida Externa Total Líquida (DETL).
Em 2003, essa DETL era de US$ 165 bilhões - era isso que o governo e as empresas privadas deviam liquidamente no exterior.
Em janeiro último, informa o BC, essa DELT deve ter chegado a “menos US$ 4 bilhões”, ou seja, não é mais Dívida, mas um crédito externo líquido de US$ 4 bilhões.
Resumindo, se você deve 190 e tem caixa de 194, você não deve nada. Sendo que a dívida externa brasileira é de médio e longo prazo. E as reservas são caixa, dinheiro no bolso.
É por isso que o Brasil tem passado bem pela crise internacional. Há uma crise de crédito e o Brasil não precisa de crédito.
Como chegamos a isso?
Estabilidade macroeconômica longamente construída;
Avanços no mercado financeiro, atraindo investidores externos para negócios, bolsa e títulos de renda fixa do governo;
Fantástico cenário internacional, com crescimento real (e, pois, aumento do comércio externo) e liquidez (dinheiro sobrando para investimentos nos países emergentes);
Ótimo desempenho das exportações;
Em resumo, ortodoxia econômica, empresas preparadas para exportar e a sorte de um extraordinário ambiente internacional no período 2003/07.
O mundo, agora, está desacelerando, mas o Brasil já construiu bons fundamentos. Aproveitou.
Se a gente tivesse um governo menor, com menos gastos e menos arrecadação de impostos, e um ambiente mais favorável ao investimento privado, o país estaria crescendo mais que a China.
Nisso, o país ainda está perdendo o bom momento para fazer as reformas tributária e fiscal.
PS: O documento do BC chama-se: Focus-BC - Indicadores de Sustentabilidade Externa do Brasil - Evolução Recente.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Petróleo em alta
A gasolina e o diesel não sobe aqui no Brasil desde 2005, mas o óleo combustível que é vendido para as empresas aqui no Brasil já está 80% mais caro desde 2006.
Isso é um reflexo do aumento do preço do petróleo, embora a Petrobras diga que não vai subir os preços até que o petróleo se estabilize.
Isso é um reflexo do aumento do preço do petróleo, embora a Petrobras diga que não vai subir os preços até que o petróleo se estabilize.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
O Globo - Míriam Leitão
O futuro de Cuba começou. Sem o carisma e a mítica de Fidel Castro, Raul, que deve ser eleito sexta-feira, não terá o mesmo controle do país. As TVs passam novelas brasileiras e séries americanas. O desafio será a independência. Cuba já foi colônia espanhola, cassino dos Estados Unidos, ilha soviética. O sonho dos EUA sempre foi transformá-la no 51 estado americano. Outro desafio: manter as conquistas sociais.
As mudanças já são visíveis. Ônibus mais modernos e carros novos circulam pelas ruas de Havana. Grande parte vinda da China, segundo maior parceiro comercial de Cuba. O primeiro é a Venezuela. Dois milhões de turistas passeiam por lá a cada ano e são grande fonte de renda. O país tem crescido de 8% a 10% ao ano.
Este momento é duplamente desafiador para a pequena ilha do Caribe próxima a Miami. De um lado, a ilha pode ver o fim da ignomínia de ser o local dos desterrados americanos. A Base de Guantánamo é uma excrescência em si, mas é pior pelo que virou: um local onde o governo americano — confessadamente — não respeita suas próprias leis. De outro, é o lugar onde um ditador da extração romântica dos anos 50/60 envelheceu no poder perdendo qualquer ternura.
O poder sem fim e sem limites transforma qualquer idealista num ditador como outro qualquer.
Os Estados Unidos pensam em fechar Guantánamo. É o que têm dito os três candidatos. Quando esteve no Brasil, Tom Shannon, vice-secretário de Estado dos EUA, admitiu, numa entrevista para mim, que até o governo George Bush pensa no assunto. Alegou que a proposta não avança porque, na opinião dele, não há um governo com o qual se possa ter interlocução em Cuba.
Cuba tem sido um país confinado. Não faz parte da OEA, não é membro do Banco Mundial, do FMI, nem do BID. Maluquices herdadas do tempo da guerra fria e impostas pelos Estados Unidos. Leis como a Helms-Burton impedem até a venda de matérias-primas para terceiros países se o produto final for enviado para Cuba.
Começa a se romper esse absurdo bloqueio. Empresários canadenses e espanhóis estão investindo no país. O Brasil estabeleceu acordos para que a Petrobras faça prospecção de petróleo. Os dois países desenvolveram juntos uma vacina antimeningite, mais barata que a usual. Cuba quer ajuda brasileira para aumentar a produção de alimentos por lá. Eles gastam US$ 1 bilhão importando comida.
Raúl Castro já negociou a dívida que tinha com agricultores, já disse que vai assinar o pacto de direitos humanos da ONU, e afirmou, no seu último discurso, que quer ouvir as reivindicações da sociedade. Ouvirá pedidos de melhores salários e do fim da moeda dupla na economia.
Ontem, o presidente George Bush disse que esperava ver, enfim, eleições “livres e justas” em Cuba e repetiu: “livres e justas.” As eleições cubanas não são nem uma coisa nem outra, mas Bush só pode falar no assunto quando pedir o mesmo à Arábia Saudita, onde mulher não pode votar nem ser votada.
O regime cubano conseguiu conquistas impressionantes. Há muitos anos, o país pobre está entre os de maior desenvolvimento humano da ONU, nível ao qual o Brasil só chegou agora. O Brasil é o último desta parte do ranking, com a classificação número 70. Cuba está vinte pontos à nossa frente e só não está melhor porque a renda per capita é baixa. A expectativa de vida é de 77,7 anos, a mesma da Dinamarca (77,9 anos). Não tem analfabetismo — ou melhor, ele é residual, de apenas 0,2%.
No Brasil a taxa é de 11,4%, e o problema não acabou nem entre jovens. No indicador de mortalidade na infância, que mede crianças falecidas até cinco anos por cada 1.000 nascidas vivas, eles tinham 54 em 1960, e agora têm a menor taxa da América Latina: de 6.
Cuba, antes de Fidel Castro, era um protetorado dos americanos, que fizeram da ilha um local de jogos. A Cuba de Fidel entrou logo na órbita soviética e lá ficou sendo financiada pela Rússia. Uma das formas de sustentá-la foi comprar o açúcar cubano a qualquer preço. A queda soviética detonou um processo de decadência e recessão na ilha do qual ela saiu nos últimos anos.
O bote salva-vidas foi enviado por Hugo Chávez e, de novo, foi através de um preço artificial e por motivos políticos. O governo venezuelano passou a vender para Cuba, a preços substancialmente abaixo do mercado, 90 mil barris de petróleo por dia. Como Cuba produz 80 mil barris e consome 120 mil barris, fica com um excedente que exporta a preço de mercado com grande lucro.
Empresas estão chegando à ilha, turistas deixam lá seus dólares, joint ventures começam a operar, projetos de produção de biocombustível estão em andamento. Cuba voltou a crescer.
O novo momento não será de uma hora para outra. O regime já começou a se modernizar. Vai continuar. Inevitável. Depois de ser colônia da Espanha, protetorado americano, satélite soviético e protegido de Chávez, Cuba pode agora tentar uma vida independente. O desafio será evitar o desembarque americano. Se falhou o desembarque militar na Baía dos Porcos, nos anos 60, pode ser mais forte agora a conquista pelo capital. Cuba tem que manter suas virtudes e conquistas e procurar o caminho da democracia.
Quem sabe agora ela poderá ser deixada livre para escolher seu caminho, livre de todas as influências e pressões que sempre recaíram sobre essa ilha; ela também um mito; mito da geopolítica mundial.
As mudanças já são visíveis. Ônibus mais modernos e carros novos circulam pelas ruas de Havana. Grande parte vinda da China, segundo maior parceiro comercial de Cuba. O primeiro é a Venezuela. Dois milhões de turistas passeiam por lá a cada ano e são grande fonte de renda. O país tem crescido de 8% a 10% ao ano.
Este momento é duplamente desafiador para a pequena ilha do Caribe próxima a Miami. De um lado, a ilha pode ver o fim da ignomínia de ser o local dos desterrados americanos. A Base de Guantánamo é uma excrescência em si, mas é pior pelo que virou: um local onde o governo americano — confessadamente — não respeita suas próprias leis. De outro, é o lugar onde um ditador da extração romântica dos anos 50/60 envelheceu no poder perdendo qualquer ternura.
O poder sem fim e sem limites transforma qualquer idealista num ditador como outro qualquer.
Os Estados Unidos pensam em fechar Guantánamo. É o que têm dito os três candidatos. Quando esteve no Brasil, Tom Shannon, vice-secretário de Estado dos EUA, admitiu, numa entrevista para mim, que até o governo George Bush pensa no assunto. Alegou que a proposta não avança porque, na opinião dele, não há um governo com o qual se possa ter interlocução em Cuba.
Cuba tem sido um país confinado. Não faz parte da OEA, não é membro do Banco Mundial, do FMI, nem do BID. Maluquices herdadas do tempo da guerra fria e impostas pelos Estados Unidos. Leis como a Helms-Burton impedem até a venda de matérias-primas para terceiros países se o produto final for enviado para Cuba.
Começa a se romper esse absurdo bloqueio. Empresários canadenses e espanhóis estão investindo no país. O Brasil estabeleceu acordos para que a Petrobras faça prospecção de petróleo. Os dois países desenvolveram juntos uma vacina antimeningite, mais barata que a usual. Cuba quer ajuda brasileira para aumentar a produção de alimentos por lá. Eles gastam US$ 1 bilhão importando comida.
Raúl Castro já negociou a dívida que tinha com agricultores, já disse que vai assinar o pacto de direitos humanos da ONU, e afirmou, no seu último discurso, que quer ouvir as reivindicações da sociedade. Ouvirá pedidos de melhores salários e do fim da moeda dupla na economia.
Ontem, o presidente George Bush disse que esperava ver, enfim, eleições “livres e justas” em Cuba e repetiu: “livres e justas.” As eleições cubanas não são nem uma coisa nem outra, mas Bush só pode falar no assunto quando pedir o mesmo à Arábia Saudita, onde mulher não pode votar nem ser votada.
O regime cubano conseguiu conquistas impressionantes. Há muitos anos, o país pobre está entre os de maior desenvolvimento humano da ONU, nível ao qual o Brasil só chegou agora. O Brasil é o último desta parte do ranking, com a classificação número 70. Cuba está vinte pontos à nossa frente e só não está melhor porque a renda per capita é baixa. A expectativa de vida é de 77,7 anos, a mesma da Dinamarca (77,9 anos). Não tem analfabetismo — ou melhor, ele é residual, de apenas 0,2%.
No Brasil a taxa é de 11,4%, e o problema não acabou nem entre jovens. No indicador de mortalidade na infância, que mede crianças falecidas até cinco anos por cada 1.000 nascidas vivas, eles tinham 54 em 1960, e agora têm a menor taxa da América Latina: de 6.
Cuba, antes de Fidel Castro, era um protetorado dos americanos, que fizeram da ilha um local de jogos. A Cuba de Fidel entrou logo na órbita soviética e lá ficou sendo financiada pela Rússia. Uma das formas de sustentá-la foi comprar o açúcar cubano a qualquer preço. A queda soviética detonou um processo de decadência e recessão na ilha do qual ela saiu nos últimos anos.
O bote salva-vidas foi enviado por Hugo Chávez e, de novo, foi através de um preço artificial e por motivos políticos. O governo venezuelano passou a vender para Cuba, a preços substancialmente abaixo do mercado, 90 mil barris de petróleo por dia. Como Cuba produz 80 mil barris e consome 120 mil barris, fica com um excedente que exporta a preço de mercado com grande lucro.
Empresas estão chegando à ilha, turistas deixam lá seus dólares, joint ventures começam a operar, projetos de produção de biocombustível estão em andamento. Cuba voltou a crescer.
O novo momento não será de uma hora para outra. O regime já começou a se modernizar. Vai continuar. Inevitável. Depois de ser colônia da Espanha, protetorado americano, satélite soviético e protegido de Chávez, Cuba pode agora tentar uma vida independente. O desafio será evitar o desembarque americano. Se falhou o desembarque militar na Baía dos Porcos, nos anos 60, pode ser mais forte agora a conquista pelo capital. Cuba tem que manter suas virtudes e conquistas e procurar o caminho da democracia.
Quem sabe agora ela poderá ser deixada livre para escolher seu caminho, livre de todas as influências e pressões que sempre recaíram sobre essa ilha; ela também um mito; mito da geopolítica mundial.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Renúncia, já era hora
O ditador Fidel Castro, 81, anunciou nesta terça-feira a renúncia à Presidência Cuba e à chefia do Partido Comunista após 49 anos na liderança da ilha.
Fidel já havia transferido seus poderes ao irmão Raúl Castro, 76, em julho de 2006, quando se afastou do comando da ilha por motivo de doença.
Fidel já havia transferido seus poderes ao irmão Raúl Castro, 76, em julho de 2006, quando se afastou do comando da ilha por motivo de doença.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Atividades de Campo - Univ. Estácio de Sá
Regulamento de Atividades de Campo dos Cursos de Graduação e
Graduação Tecnológica
CAPÍTULO I
Art.1º O campo se destina a realização de um conjunto de atividades que fortalecem o conhecimento da disciplina e visam a observação e reflexão sobre a aplicação dos conhecimentos estudados nos diferentes contextos da realidade.
§ 1º - As atividades de campo se constituem como componente curricular obrigatório para os cursos de graduação e dos cursos superiores de tecnologia.
§ 2º - As atividades de campo vinculadas às disciplinas serão desenvolvidas no decorrer das mesmas, conforme definido no Projeto Pedagógico do curso, sendo componente curricular obrigatório para integralização da carga horária do Curso.
§ 3º - As atividades de campo deverão ser desenvolvidas em diferentes contextos de atuação da futura prática profissional do egresso, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado e com as atividades acadêmicas complementares.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES
SEÇÃO I
DA COORDENAÇÃO DO CURSO OU DA DISCIPLINA
Art.2º Coordenar o processo de planejamento, execução e acompanhamento relativo às atividades de campo inerentes às disciplinas do Curso, estabelecendo diretrizes, metodologias e orientações gerais.
SEÇÃO II
DO PROFESSOR DA DISCIPLINA
Art.3º Elaborar o plano de atividades de campo.
Art.4º Registrar no diário de classe as atividades de campo propostas bem como o cumprimento ou não da mesma.
Graduação Tecnológica
CAPÍTULO I
Art.1º O campo se destina a realização de um conjunto de atividades que fortalecem o conhecimento da disciplina e visam a observação e reflexão sobre a aplicação dos conhecimentos estudados nos diferentes contextos da realidade.
§ 1º - As atividades de campo se constituem como componente curricular obrigatório para os cursos de graduação e dos cursos superiores de tecnologia.
§ 2º - As atividades de campo vinculadas às disciplinas serão desenvolvidas no decorrer das mesmas, conforme definido no Projeto Pedagógico do curso, sendo componente curricular obrigatório para integralização da carga horária do Curso.
§ 3º - As atividades de campo deverão ser desenvolvidas em diferentes contextos de atuação da futura prática profissional do egresso, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado e com as atividades acadêmicas complementares.
CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES
SEÇÃO I
DA COORDENAÇÃO DO CURSO OU DA DISCIPLINA
Art.2º Coordenar o processo de planejamento, execução e acompanhamento relativo às atividades de campo inerentes às disciplinas do Curso, estabelecendo diretrizes, metodologias e orientações gerais.
SEÇÃO II
DO PROFESSOR DA DISCIPLINA
Art.3º Elaborar o plano de atividades de campo.
Art.4º Registrar no diário de classe as atividades de campo propostas bem como o cumprimento ou não da mesma.
SEÇÃO III
DO ALUNO
Art.5º Cumprir, obrigatoriamente, todas as atividades de campo inerentes à disciplina.
Art. 6º Apresentar os resultados das atividades (relatórios, registros, protótipos, entrevistas, mapeamento, etc), atendendo às estratégias solicitadas pelo professor.
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO
Art.7º A avaliação das atividades de campo deverá estar vinculada às AV1e AV2 , consolidada em uma única nota para cada AV.
§ 1º- A AV3 constituir-se-á como avaliação global dos conhecimentos e habilidades adquiridos pelo aluno na disciplina,numa escala de 0(zero) a 10(dez).
§ 2º- As avaliações das atividades de campo serão computadas nas AV1, AV2 na seguinte proporção:
até 8 pontos - atribuídos a prova escrita ou prática;
até 2 pontos - atribuídos às atividades de campo.
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.8º Os casos omissos neste Regulamento serão tratados pelo Coordenador do Curso.
DO ALUNO
Art.5º Cumprir, obrigatoriamente, todas as atividades de campo inerentes à disciplina.
Art. 6º Apresentar os resultados das atividades (relatórios, registros, protótipos, entrevistas, mapeamento, etc), atendendo às estratégias solicitadas pelo professor.
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO
Art.7º A avaliação das atividades de campo deverá estar vinculada às AV1e AV2 , consolidada em uma única nota para cada AV.
§ 1º- A AV3 constituir-se-á como avaliação global dos conhecimentos e habilidades adquiridos pelo aluno na disciplina,numa escala de 0(zero) a 10(dez).
§ 2º- As avaliações das atividades de campo serão computadas nas AV1, AV2 na seguinte proporção:
até 8 pontos - atribuídos a prova escrita ou prática;
até 2 pontos - atribuídos às atividades de campo.
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art.8º Os casos omissos neste Regulamento serão tratados pelo Coordenador do Curso.
Dinheiro público não tem dono
Comentário da Lucia Hippolito à CBN
Pode ser que a CPI dos cartões corporativos nem saia do lugar.
Pode ser que a CPI dos cartões corporativos termine num acordão entre petistas e tucanos, para poupar o presidente Lula e seus familiares, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seus familiares.
Ah, sim, e para poupar o governador José Serra, cujo governo também está enrolado com essa história de cartões corporativos.
Mas também pode ser que a CPI dos cartões corporativos chegue a conclusões importantes.
O fato é que, neste momento, os acontecimentos já assumiram uma dinâmica própria.
As investigações desembestaram e não vão parar nos cartões.
No rastro do escândalo dos cartões corporativos, já estão sendo investigados: as diárias recebidas por servidores públicos federais e estaduais, que não precisam prestar contas dos gastos.
Ao contrário do que acontece em empresas privadas.
O luxuoso apartamento do senhor reitor da Universidade de Brasília, com suas lixeiras moderníssimas e caríssimas.
O luxuoso automóvel comprado para uso do senhor reitor da Universidade de Brasília.
O mau uso das fundações que funcionam junto às universidades federais, usadas para contratar pessoal sem concurso, contratar serviços sem licitação, realizar despesas com luxo e desperdício.
Tudo isto aponta para uma única direção: o descaso com o dinheiro público, a negligência com o dinheiro dos impostos pagos pelos cidadãos brasileiros.
Outro dia mesmo, um homem apanhado em falcatruas, dizia, em telefonema gravado pela Polícia Federal, que determinada quantia “é dinheiro público, não tem dono...”Isso mesmo.
A sociedade brasileira, vergada sob o peso de uma carga tributária escorchante, não tem hospitais decentes, não tem saneamento básico suficiente, não tem escolas de boa qualidade, não tem habitação, não tem estradas nem transporte público decentes.
Mas o dinheiro público é desperdiçado em todos os pontos do território nacional, por servidores de todos os escalões, que não se sentem obrigados a prestar contas.
Afinal, “é dinheiro público, não tem dono...”
Em 2007, o Brasil foi apresentado à farra, à desordem do Senado Federal, aos escândalos protagonizados pelo senador Renan Calheiros e por vários de seus pares.
O Legislativo esteve na berlinda o ano todo: aumento de salário para deputados e senadores, absolvição vergonhosa do senador Renan Calheiros, mensaleiros confessos sendo reeleitos, a sanha fisiológica da base aliada, a desorganização da oposição.
Pelo visto, este ano de 2008 será dedicado ao Poder Executivo, tanto federal, quanto estadual e mesmo municipal – as eleições para prefeito vêm aí.
O descaso com o dinheiro público não conhece diferenças entre unidades da federação, nem entre partidos ou ideologias.
Esta doença dá em governos do PT, do PSDB, do PMDB.
Não é de surpreender que tanta gente queira um carguinho no governo.
Qualquer cargo. Qualquer governo.
Pode ser que a CPI dos cartões corporativos nem saia do lugar.
Pode ser que a CPI dos cartões corporativos termine num acordão entre petistas e tucanos, para poupar o presidente Lula e seus familiares, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seus familiares.
Ah, sim, e para poupar o governador José Serra, cujo governo também está enrolado com essa história de cartões corporativos.
Mas também pode ser que a CPI dos cartões corporativos chegue a conclusões importantes.
O fato é que, neste momento, os acontecimentos já assumiram uma dinâmica própria.
As investigações desembestaram e não vão parar nos cartões.
No rastro do escândalo dos cartões corporativos, já estão sendo investigados: as diárias recebidas por servidores públicos federais e estaduais, que não precisam prestar contas dos gastos.
Ao contrário do que acontece em empresas privadas.
O luxuoso apartamento do senhor reitor da Universidade de Brasília, com suas lixeiras moderníssimas e caríssimas.
O luxuoso automóvel comprado para uso do senhor reitor da Universidade de Brasília.
O mau uso das fundações que funcionam junto às universidades federais, usadas para contratar pessoal sem concurso, contratar serviços sem licitação, realizar despesas com luxo e desperdício.
Tudo isto aponta para uma única direção: o descaso com o dinheiro público, a negligência com o dinheiro dos impostos pagos pelos cidadãos brasileiros.
Outro dia mesmo, um homem apanhado em falcatruas, dizia, em telefonema gravado pela Polícia Federal, que determinada quantia “é dinheiro público, não tem dono...”Isso mesmo.
A sociedade brasileira, vergada sob o peso de uma carga tributária escorchante, não tem hospitais decentes, não tem saneamento básico suficiente, não tem escolas de boa qualidade, não tem habitação, não tem estradas nem transporte público decentes.
Mas o dinheiro público é desperdiçado em todos os pontos do território nacional, por servidores de todos os escalões, que não se sentem obrigados a prestar contas.
Afinal, “é dinheiro público, não tem dono...”
Em 2007, o Brasil foi apresentado à farra, à desordem do Senado Federal, aos escândalos protagonizados pelo senador Renan Calheiros e por vários de seus pares.
O Legislativo esteve na berlinda o ano todo: aumento de salário para deputados e senadores, absolvição vergonhosa do senador Renan Calheiros, mensaleiros confessos sendo reeleitos, a sanha fisiológica da base aliada, a desorganização da oposição.
Pelo visto, este ano de 2008 será dedicado ao Poder Executivo, tanto federal, quanto estadual e mesmo municipal – as eleições para prefeito vêm aí.
O descaso com o dinheiro público não conhece diferenças entre unidades da federação, nem entre partidos ou ideologias.
Esta doença dá em governos do PT, do PSDB, do PMDB.
Não é de surpreender que tanta gente queira um carguinho no governo.
Qualquer cargo. Qualquer governo.
Eleições Paulistas
Deu na Folha 17/02/2008
Sabemos que São Paulo será apenas um grande balão de ensaio para as eleições de 2010.
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e a ministra Marta Suplicy (PT) lideram hoje a corrida pela Prefeitura de São Paulo, revela a primeira pesquisa Datafolha do ano, publicada na Folha, deste domingo (17).
De acordo com a pesquisa, os dois estão tecnicamente empatados: Alckmin aparece com 29% das intenções de voto, contra 25% de Marta.
Na pesquisa anterior, realizada em novembro, Alckmin tinha 26% das intenções de voto, contra 24% de Marta.
Num eventual segundo turno entre Alckmin e Marta, o tucano venceria a eleição com 52% das intenções de voto, contra 40% da petista.
Esse resultado mostra uma oscilação de um ponto em relação à pesquisa anterior, realizada em novembro.
Naquele levantamento, Alckmin aparecia com 53% das intenções de voto contra 39% de Marta num eventual segundo turno.
A pesquisa Datafolha entrevistou 1.092 pessoas no dia 14.
A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Sabemos que São Paulo será apenas um grande balão de ensaio para as eleições de 2010.
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e a ministra Marta Suplicy (PT) lideram hoje a corrida pela Prefeitura de São Paulo, revela a primeira pesquisa Datafolha do ano, publicada na Folha, deste domingo (17).
De acordo com a pesquisa, os dois estão tecnicamente empatados: Alckmin aparece com 29% das intenções de voto, contra 25% de Marta.
Na pesquisa anterior, realizada em novembro, Alckmin tinha 26% das intenções de voto, contra 24% de Marta.
Num eventual segundo turno entre Alckmin e Marta, o tucano venceria a eleição com 52% das intenções de voto, contra 40% da petista.
Esse resultado mostra uma oscilação de um ponto em relação à pesquisa anterior, realizada em novembro.
Naquele levantamento, Alckmin aparecia com 53% das intenções de voto contra 39% de Marta num eventual segundo turno.
A pesquisa Datafolha entrevistou 1.092 pessoas no dia 14.
A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Porque hoje é sábado
Entendendo sobre CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito
Atualmente, muito se ouve falar em CPI, CPI dos Sanguessugas, CPI das Ambulâncias, CPI do Mensalão, CPI dos Bingos, até mesmo dos Cartões Corporativos, etc.
Mas na realidade o que é e para que serve a CPI?
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é um organismo de investigação e apuração de denúncias que visam proteger os interesses da coletividade (da população brasileira).
A CPI é uma investigação conduzida pelo Poder Legislativo (Câmera de Deputados Federais e Estaduais ou Vereadores), que transforma a própria Câmara Parlamentar em uma comissão, esta comissão é nomeada pelos membros da Câmara, sendo assim a comissão vai agir em nome da instituição, realizando um inquérito ou uma investigação.
Concluída, a CPI aponta ou não, os culpados e suas penas.
A CPI possui acesso ao funcionamento da máquina burocrática, analisa a gestão do bem público e toma medidas necessárias para sua correção e punição dos culpados, caso algo esteja realmente errado.
A CPI pode ter comissões formadas por apenas deputados (no caso de CPI em âmbito federal), apenas por senadores, ou mistos, que envolvem ambas as casas.
Analisando historicamente, até 1930 as tentativas de realização de CPI foram raras e sem resultados práticos, elas estão previstas na Constituição brasileira desde 1946.
A maior limitação da CPI é não poder investigar o Presidente da República.
Que pena!
Atualmente, muito se ouve falar em CPI, CPI dos Sanguessugas, CPI das Ambulâncias, CPI do Mensalão, CPI dos Bingos, até mesmo dos Cartões Corporativos, etc.
Mas na realidade o que é e para que serve a CPI?
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) é um organismo de investigação e apuração de denúncias que visam proteger os interesses da coletividade (da população brasileira).
A CPI é uma investigação conduzida pelo Poder Legislativo (Câmera de Deputados Federais e Estaduais ou Vereadores), que transforma a própria Câmara Parlamentar em uma comissão, esta comissão é nomeada pelos membros da Câmara, sendo assim a comissão vai agir em nome da instituição, realizando um inquérito ou uma investigação.
Concluída, a CPI aponta ou não, os culpados e suas penas.
A CPI possui acesso ao funcionamento da máquina burocrática, analisa a gestão do bem público e toma medidas necessárias para sua correção e punição dos culpados, caso algo esteja realmente errado.
A CPI pode ter comissões formadas por apenas deputados (no caso de CPI em âmbito federal), apenas por senadores, ou mistos, que envolvem ambas as casas.
Analisando historicamente, até 1930 as tentativas de realização de CPI foram raras e sem resultados práticos, elas estão previstas na Constituição brasileira desde 1946.
A maior limitação da CPI é não poder investigar o Presidente da República.
Que pena!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Economia: Tema de debate
Mercado Primário X Mercado Secundário
O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM.
Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
O Mercado Primário compreende o lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia.
Uma vez ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão (mercados onde são negociadas ações e outros ativos, geralmente de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação).
Operações como a colocação inicial, junto ao público, de grande lote de ações detido por um acionista podem caracterizar operações de abertura de capital, exigindo registro na CVM.
Apesar da semelhança com o mercado primário, os recursos captados vão para o acionista vendedor (e não para a companhia), determinando, portanto, uma distribuição no Mercado Secundário.
Eleições Municipais 2008
O Tribunal Superior Eleitoral realizou na quinta-feira (14)uma audiência pública para a discussão e apresentação de propostas de representantes dos partidos políticos, da mídia e demais entidades interessadas nas regras para as realização das eleições municipais deste ano.
A audiência foi dividida em quatro grandes temas – registro de candidatos, propaganda eleitoral, prestação de contas e os atos preparatórios e totalização dos resultados eleitorais.
O representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e a advogada da Rede Globo de Televisão levantaram questões técnicas para o melhor aproveitamento, tanto do horário eleitoral gratuito no rádio como na televisão.
Em contrapartida, representantes dos partidos reivindicaram que as inserções de 15 segundos não mais fossem transmitidas “coladas” umas nas outras, ou seja, sem espaços que permitam o eleitor distinguir uma candidatura de outra.
Também a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) postulou a mudança do termo “matéria paga”, constante da regulamentação eleitoral, por “espaço comercial pago”, pois, segundo o representante daquela entidade, as matérias são jornalísticas, diferentemente da propaganda, que é comercial.
As dívidas de campanha contraídas pelos candidatos e diretórios regionais devem ser rateadas com o diretório nacional dos partidos?
Essa foi a tônica dos debates entre os advogados dos partidos presentes e os representantes de diretórios regionais, com destaque para a representação do estado do Paraná que reivindicou mudanças nas regras que regem a matéria.
A audiência foi dividida em quatro grandes temas – registro de candidatos, propaganda eleitoral, prestação de contas e os atos preparatórios e totalização dos resultados eleitorais.
O representante da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e a advogada da Rede Globo de Televisão levantaram questões técnicas para o melhor aproveitamento, tanto do horário eleitoral gratuito no rádio como na televisão.
Em contrapartida, representantes dos partidos reivindicaram que as inserções de 15 segundos não mais fossem transmitidas “coladas” umas nas outras, ou seja, sem espaços que permitam o eleitor distinguir uma candidatura de outra.
Também a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) postulou a mudança do termo “matéria paga”, constante da regulamentação eleitoral, por “espaço comercial pago”, pois, segundo o representante daquela entidade, as matérias são jornalísticas, diferentemente da propaganda, que é comercial.
As dívidas de campanha contraídas pelos candidatos e diretórios regionais devem ser rateadas com o diretório nacional dos partidos?
Essa foi a tônica dos debates entre os advogados dos partidos presentes e os representantes de diretórios regionais, com destaque para a representação do estado do Paraná que reivindicou mudanças nas regras que regem a matéria.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Petrobrás: documentos são furtados
A Petrobras acabou de soltar uma nota sobre o roubo de computadores com informações sobre o campo de Tupi. A empresa diz que possui cópia de tudo.
Leia abaixo:
"Em relação a informações veiculadas esta manhã pelo site Terra sobre furto de informações confidenciais da Petrobras, a Companhia tem a informar o seguinte:
- Houve um furto de equipamentos e materiais que continham informações importantes para a Companhia, em instalações de empresa que presta serviços especializados para a Petrobras.
- A Petrobras tem a integralidade das informações contidas nos equipamentos e materiais furtados.
- O material não estava sob a guarda da Petrobras, mas da empresa que presta serviços especializados para a Companhia.
- A Companhia tomou todas as providências cabíveis.
- O assunto está sob investigação."
Leia abaixo:
"Em relação a informações veiculadas esta manhã pelo site Terra sobre furto de informações confidenciais da Petrobras, a Companhia tem a informar o seguinte:
- Houve um furto de equipamentos e materiais que continham informações importantes para a Companhia, em instalações de empresa que presta serviços especializados para a Petrobras.
- A Petrobras tem a integralidade das informações contidas nos equipamentos e materiais furtados.
- O material não estava sob a guarda da Petrobras, mas da empresa que presta serviços especializados para a Companhia.
- A Companhia tomou todas as providências cabíveis.
- O assunto está sob investigação."
Parece que todo mundo esqueceu
Hoje, os meios de comuinicação só falam sobre o assunto dos cartões corporativos.
Parece que todo mundo esqueceu dos casos mais escabrosos que atingiu o Brasil nesses útimos anos.
Mensalão, sanguessugas, correios, etc. , fatos que poluiram o mundo político e que já é passado para muita gente.
Agora é alguns dos responsáveis por estes maus estão sendo punidos, mas isto só está ocorrendo porque é ano eleitoral e todos os envolvidos nestes escandalos querem aparecer de bom-moço nos palanques municipais.
Espera-se que o novo ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto, possa dar um ponto de racionalidade ao processo eleitoral às eleições municipais de 2008.
Portanto, não devemos esquecer de fatos ilícitos nem do passado, tão pouco, de agora.
Parece que todo mundo esqueceu dos casos mais escabrosos que atingiu o Brasil nesses útimos anos.
Mensalão, sanguessugas, correios, etc. , fatos que poluiram o mundo político e que já é passado para muita gente.
Agora é alguns dos responsáveis por estes maus estão sendo punidos, mas isto só está ocorrendo porque é ano eleitoral e todos os envolvidos nestes escandalos querem aparecer de bom-moço nos palanques municipais.
Espera-se que o novo ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto, possa dar um ponto de racionalidade ao processo eleitoral às eleições municipais de 2008.
Portanto, não devemos esquecer de fatos ilícitos nem do passado, tão pouco, de agora.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Gradiente em crise
A empresa Gradiente, nos últimos meses, está passando por uma verdadeira crise financeira.
O foco da empresa, fundada em 1964, são produtos eletroeletrônicos.
Mas, segundo fontes do setor, nos últimos dois meses, a empresa vem fazendo propostas de venda a indústrias chinesas e fundos de investimento no exterior.
Com uma dívida de R$ 284 milhões a fornecedores, redes autorizadas de assistência técnica e bancos como o Bradesco, a empresa está falindo.
A BNDESPar, braço de investimentos do BNDES já vendeu sua parte.
Em 2006, ela comprou a Philco por R$60 milhões, mas dois anos depois vendeu por R$22 milhões para investidores estrangeiros.
O prejuízo em 2006 foi de R$114,48 milhões.
No Rio de Janeiro, os produtos da marca está em escassez nas prateleiras de diversas lojas do ramo.
Em pesquisa realizada, constatou que das 24 lojas, apenas 6 possuem ainda os produtos.
No Shopping Tijuca, apenas o Ponto Frio possue dois modelos de televisores.
Já no Shopping Nova América, as Casas Bahia não recebem a meses os produtos. No entanto, Ponto Frio e Casa & Vídeo reclamam da qualidade e posuem apenas modelos de televisores no valor acima de R$3,9 mil, respectivamente.
Em Nova Iguaçu, no Top Shopping, apenas as Lojas Americanas posuem alguns produtos. O Ponto Frio só atende por encomenda.
No Norte Shopping, a Ambient Air não vende mais, enquanto no Rio Sul, a oferta é escassa.
Até pela internet, o Fast Shop não vende mais a marca.
Pelo jeito, a Gradiente realmente chegou ao fundo do poço.
O foco da empresa, fundada em 1964, são produtos eletroeletrônicos.
Mas, segundo fontes do setor, nos últimos dois meses, a empresa vem fazendo propostas de venda a indústrias chinesas e fundos de investimento no exterior.
Com uma dívida de R$ 284 milhões a fornecedores, redes autorizadas de assistência técnica e bancos como o Bradesco, a empresa está falindo.
A BNDESPar, braço de investimentos do BNDES já vendeu sua parte.
Em 2006, ela comprou a Philco por R$60 milhões, mas dois anos depois vendeu por R$22 milhões para investidores estrangeiros.
O prejuízo em 2006 foi de R$114,48 milhões.
No Rio de Janeiro, os produtos da marca está em escassez nas prateleiras de diversas lojas do ramo.
Em pesquisa realizada, constatou que das 24 lojas, apenas 6 possuem ainda os produtos.
No Shopping Tijuca, apenas o Ponto Frio possue dois modelos de televisores.
Já no Shopping Nova América, as Casas Bahia não recebem a meses os produtos. No entanto, Ponto Frio e Casa & Vídeo reclamam da qualidade e posuem apenas modelos de televisores no valor acima de R$3,9 mil, respectivamente.
Em Nova Iguaçu, no Top Shopping, apenas as Lojas Americanas posuem alguns produtos. O Ponto Frio só atende por encomenda.
No Norte Shopping, a Ambient Air não vende mais, enquanto no Rio Sul, a oferta é escassa.
Até pela internet, o Fast Shop não vende mais a marca.
Pelo jeito, a Gradiente realmente chegou ao fundo do poço.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Agenda Política da Semana
Segunda-feira
* A semana começa com uma certeza: haverá uma CPI para investigar os gastos abusivos com cartões corporativos do governo.
O que se discute ainda é o alcance das investigações.
Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no senado, corre para abrir uma CPI única no Senado.
Em contrapartida, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) busca apoio para criar uma CPI mista - que envola deputados e senadores nas investigações.
* O PMDB deve levar ao presidente Lula suas indicações para cargos no setor elétrico, incluindo a presidência da Eletrobrás.
Os ministros José Múcio, das Relações Institucionais, e Edson Lobão, de Minas e Energias estiveram reunidos no fim de semana tratando do assunto.
* O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) apresenta relatório de reestimativa de receita para este ano.
Amanhã será a vez do relator do Orçamento, deputado José Pimentel (PT-AC), apresentar seu relatório final, que deverá ser votado na comissão mista de Orçamento até o final do mês.
* O Governo deve encaminhar ao Congresso ainda esta semana projeto de lei que proíbe o fumo em ambientes fechados.
O projeto já foi entregue por José Gomes Temporão, ministro da Saúde, à ministra da Casa Civil, Dilma Roussef.
Terça-feira
* Lula viaja ao Oiapoque, no Amapá, fronteira do Brasil com a Guiana Francesa.
Acompanhado do presidente francês Nicolas Sarkozy, Lula inaugurará a pedra fundamental de uma ponte ligando os territórios brasileiro e francês.
O evento marca o acordo de cooperação militar entre Brasil e França assinado pelos dois países no último mês.
* O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), se reúne com líderes partidários para discutir a agenda de votações em 2008.
* O presidente do PTB, Roberto Jefferson, acusado de envolvimento no suposto esquema do mensalão, depõe na Justiça Federal, no Rio de Janeiro.
Quarta-feira
* Lula encontra Álvaro García Linera, vice-presidente da Bolívia.
Os dois discutirão investimentos da Petrobrás nos campos de gás natural bolivianos.
Quinta-feira
* Comissão de Direitos Humanos do Senado realiza audiência pública para discutir a transposição de águas do rio São Francisco.
Participam da reunião o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e o deputado e ex-ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (PSB-CE).
Sexta-feira
* Lula viaja para a Antártida com os ministros Nelson Jobim, da Defesa; Franklin Martins, da Comunicação Social; e Celso Amorim, de Relações Exteriores.
A viagem será em comemoração aos trabalhos desenvolvidos pela estação científica Comandante Ferraz, que estuda as mudanças climáticas na região e suas conseqüências para o resto do mundo.
* O presidente do FED (Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, e o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, falam sobre as condições da economia americana na Comissão de Bancos do Senado.
* A semana começa com uma certeza: haverá uma CPI para investigar os gastos abusivos com cartões corporativos do governo.
O que se discute ainda é o alcance das investigações.
Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no senado, corre para abrir uma CPI única no Senado.
Em contrapartida, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) busca apoio para criar uma CPI mista - que envola deputados e senadores nas investigações.
* O PMDB deve levar ao presidente Lula suas indicações para cargos no setor elétrico, incluindo a presidência da Eletrobrás.
Os ministros José Múcio, das Relações Institucionais, e Edson Lobão, de Minas e Energias estiveram reunidos no fim de semana tratando do assunto.
* O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) apresenta relatório de reestimativa de receita para este ano.
Amanhã será a vez do relator do Orçamento, deputado José Pimentel (PT-AC), apresentar seu relatório final, que deverá ser votado na comissão mista de Orçamento até o final do mês.
* O Governo deve encaminhar ao Congresso ainda esta semana projeto de lei que proíbe o fumo em ambientes fechados.
O projeto já foi entregue por José Gomes Temporão, ministro da Saúde, à ministra da Casa Civil, Dilma Roussef.
Terça-feira
* Lula viaja ao Oiapoque, no Amapá, fronteira do Brasil com a Guiana Francesa.
Acompanhado do presidente francês Nicolas Sarkozy, Lula inaugurará a pedra fundamental de uma ponte ligando os territórios brasileiro e francês.
O evento marca o acordo de cooperação militar entre Brasil e França assinado pelos dois países no último mês.
* O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), se reúne com líderes partidários para discutir a agenda de votações em 2008.
* O presidente do PTB, Roberto Jefferson, acusado de envolvimento no suposto esquema do mensalão, depõe na Justiça Federal, no Rio de Janeiro.
Quarta-feira
* Lula encontra Álvaro García Linera, vice-presidente da Bolívia.
Os dois discutirão investimentos da Petrobrás nos campos de gás natural bolivianos.
Quinta-feira
* Comissão de Direitos Humanos do Senado realiza audiência pública para discutir a transposição de águas do rio São Francisco.
Participam da reunião o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e o deputado e ex-ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (PSB-CE).
Sexta-feira
* Lula viaja para a Antártida com os ministros Nelson Jobim, da Defesa; Franklin Martins, da Comunicação Social; e Celso Amorim, de Relações Exteriores.
A viagem será em comemoração aos trabalhos desenvolvidos pela estação científica Comandante Ferraz, que estuda as mudanças climáticas na região e suas conseqüências para o resto do mundo.
* O presidente do FED (Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, e o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, falam sobre as condições da economia americana na Comissão de Bancos do Senado.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Resumo Econômico da Semana
A semana foi curta para nós, com o carnaval, foi bem movimentada lá fora.
Tivemos a superterça nas eleições americanas, a desistência do Romney, e o aumento do risco de recessão.
Aqui no Brasil, algumas notícias boas, como o crescimento da produção industrial e o aumento das chuvas nos reservatórios do Sudeste, que diminuem as chances de racionamento de energia em 2008.
Espera-se que semana que vem seja de mudanças, principalmente, nas cotações do dólar, pois cada vez mais se aproxima o fantasma da recessão nos EUA, que como numa locomotiva ainda estamos muito atrelados à economia norte-americana.
Tivemos a superterça nas eleições americanas, a desistência do Romney, e o aumento do risco de recessão.
Aqui no Brasil, algumas notícias boas, como o crescimento da produção industrial e o aumento das chuvas nos reservatórios do Sudeste, que diminuem as chances de racionamento de energia em 2008.
Espera-se que semana que vem seja de mudanças, principalmente, nas cotações do dólar, pois cada vez mais se aproxima o fantasma da recessão nos EUA, que como numa locomotiva ainda estamos muito atrelados à economia norte-americana.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Carnaval 2008 no Rio de Janeiro
Depois de apuradas todas as notas das escolas que desfilaram pelo grupo especial no domingo e na segunda-feira no Rio de Janeiro, temos uma bi-campeã: Beija-Flor, orgulho para a Baixada Fluminense.
Parabéns!
As notas e colocações ficaram assim:
1° Beija-Flor 399,3
2° Salgueiro 398,0
3° Grande Rio 396,9
4° Portela 396,8
5° Unidos da Tijuca 396,5
6° Imperatriz 396,5
7° Viradouro 396,0
8° Mocidade 395,1
9° Vila Isabel 394,6
10° Mangueira 393,9
11° Porto da Pedra 388,2
12° São Clemente 387,5
Parabéns!
As notas e colocações ficaram assim:
1° Beija-Flor 399,3
2° Salgueiro 398,0
3° Grande Rio 396,9
4° Portela 396,8
5° Unidos da Tijuca 396,5
6° Imperatriz 396,5
7° Viradouro 396,0
8° Mocidade 395,1
9° Vila Isabel 394,6
10° Mangueira 393,9
11° Porto da Pedra 388,2
12° São Clemente 387,5
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Confusão entre o público e o privado
A ministra Matilde Ribeiro da Igualdade Racial - agora ex-ministra - saiu dizendo que houve racismo e preconceito no destaque dado à notícia do uso exagerado do cartão corporativo.
O ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, na coletiva de ontem disse que o problema era que o cartão pode ser usado para burlar a lei de licitações.
Estão os dois completamente errados.
O que o caso do uso do cartão corporativo mostra é um velho problema do governo, que não tem nada a ver com licitação nem com racismo: é a confusão entre o público e o privado.
Jorge Hage se controlasse melhor saberia que essa é uma velha doença que já apareceu em vários casos.
É a mesma falta de fronteira entre o público e o privado que levou o filho do presidente a levar os amigos num avião da FAB para fazer colonia de férias no Palácio Alvorada.
É a mesma confusão entre público e privado que faz com que a governador do Pará, Ana Julia Carepa, contrate na folha de salários do governo a sua cabeleireira.
São vários os casos em que as autoridades, nem depois do escândalo e depois da demissão não percebem onde é que está o erro que cometeram.
A luta contra o racismo é séria demais para estar sendo desculpa para o mau comportamento de quem quer que seja.
O ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, na coletiva de ontem disse que o problema era que o cartão pode ser usado para burlar a lei de licitações.
Estão os dois completamente errados.
O que o caso do uso do cartão corporativo mostra é um velho problema do governo, que não tem nada a ver com licitação nem com racismo: é a confusão entre o público e o privado.
Jorge Hage se controlasse melhor saberia que essa é uma velha doença que já apareceu em vários casos.
É a mesma falta de fronteira entre o público e o privado que levou o filho do presidente a levar os amigos num avião da FAB para fazer colonia de férias no Palácio Alvorada.
É a mesma confusão entre público e privado que faz com que a governador do Pará, Ana Julia Carepa, contrate na folha de salários do governo a sua cabeleireira.
São vários os casos em que as autoridades, nem depois do escândalo e depois da demissão não percebem onde é que está o erro que cometeram.
A luta contra o racismo é séria demais para estar sendo desculpa para o mau comportamento de quem quer que seja.
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