Em Brasília, não se fala em outra coisa: eleições para a Mesa da Câmara e do Senado.
Desde ontem, os deputados e os senadores candidatos, além de seus respectivos assessores não param de telefonar para os seus 'eleitores'.
A causa de todo esse rebuliço é a forma como é feita a votação. Como é uma eleição como outra qualquer, o voto é secreto. E como nessas horas a chance de trair torna-se muito grande, garantir o voto nem que seja apenas 'de boca' vale a pena.
As eleições das Mesas acontecerão nesta segunda-feira.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Eleições no Congresso
Nesta segunda-feira, 02, a Câmara e o Senado passarão por eleições presidenciais.
Existem dois ingredientes que merecem destaque sobre essas eleições.
Primeiro, refere-se ao fato de que ambas as Casas presidirão as Eleições de 2010, imprescindível para o candidato apoiado pelo governo. Em segundo lugar, mostrará o comportamento entre aliados do governo e oposição.
Como é uma eleição como outra qualquer, o voto será eletrônico e não será revelado. Nessas horas, a chance de trair é enorme.
São vantagens para o eleito: poder de decisão, projeção e visibilidade na mídia.
Na Câmara, os candidatos são Michel Temer (PMDB-SP), Aldo Rebelo (PCdoB-SP), Ciro Nogueira (PP-PI) e Osmar Serraglio (PMDB-PR), que lançou candidatura avulso.
No Senado, são apenas dois candidatos: José Sarney (PMDB-AP) “o favorito” e Tião Viana (PT-AC).
Sabe-se que o presidente da Câmara é o segundo no caso de uma eventual sucessão do presidente e do vice-presidente da República.
É um cargo de grande influência, principalmente, nos projetos que serão analisados e votados.
Aparece com frequência na mídia, logo ganha projeção política, facilitando garantir votos para futuras eleições. Ah, pode, inclusive, abrir processo de impeachment contra o presidente da República.
Suas regalias se alastram, pois passam a ter casa oficial, carro oficial com motorista particular e tudo mais, além de um jato, isso mesmo, da Foca Aérea Brasileira à sua inteira disposição. Bom seria se eles sofressem com o caos nos aeroportos brasileiros!
No caso do presidente do Senado, as regalias são as mesmas, a diferença está na linha de sucessão. Este é o quarto numa possível sucessão e pode instalar e arquivar pedidos de CPIs, shows que ano passado, muitos deles, não deram em nada.
A votação obedeceria ao critério da proporcionalidade, isto é, os partidos com a maior bancada são os que presidem as Casas. Neste caso, o PMDB. Mas quando há mais de um candidato, como é o caso de agora, quem ganhar é o presidente.
No Senado, como são apenas dois candidatos, é preciso que o candidato leve maioria, ou seja, 41 votos.
Agora, na Câmara, para que o deputado chegue à presidência são necessários 257 votos, o que equivale à metade mais um dos 513 deputados.
É onde mora o problema, pois se nenhum dos candidatos obtiver esse número haverá segundo turno com os dois mais votados. Em caso de um possível segundo turno, ganha quem conseguir metade de um quorum mínimo de 257 parlamentares, isto é, 129 votos.
A polêmica, agora, gira em torno das alianças.
No Senado, Tião Viana conta com o apoio formal do PT, PDT, PR, PSB, PSOL, PRB e, agora, o PSDB: um total de 38 votos. José Sarney tem o PMDB, o DEM e o PTB, que somam 41 votos. O PC do B e o PP ainda não formalizaram apoio
É preciso costurar bem os pontos de apoio, pois um passo em falso hoje poderá custar o desempenho dos candidatos às eleições de 2010.
Existem dois ingredientes que merecem destaque sobre essas eleições.
Primeiro, refere-se ao fato de que ambas as Casas presidirão as Eleições de 2010, imprescindível para o candidato apoiado pelo governo. Em segundo lugar, mostrará o comportamento entre aliados do governo e oposição.
Como é uma eleição como outra qualquer, o voto será eletrônico e não será revelado. Nessas horas, a chance de trair é enorme.
São vantagens para o eleito: poder de decisão, projeção e visibilidade na mídia.
Na Câmara, os candidatos são Michel Temer (PMDB-SP), Aldo Rebelo (PCdoB-SP), Ciro Nogueira (PP-PI) e Osmar Serraglio (PMDB-PR), que lançou candidatura avulso.
No Senado, são apenas dois candidatos: José Sarney (PMDB-AP) “o favorito” e Tião Viana (PT-AC).
Sabe-se que o presidente da Câmara é o segundo no caso de uma eventual sucessão do presidente e do vice-presidente da República.
É um cargo de grande influência, principalmente, nos projetos que serão analisados e votados.
Aparece com frequência na mídia, logo ganha projeção política, facilitando garantir votos para futuras eleições. Ah, pode, inclusive, abrir processo de impeachment contra o presidente da República.
Suas regalias se alastram, pois passam a ter casa oficial, carro oficial com motorista particular e tudo mais, além de um jato, isso mesmo, da Foca Aérea Brasileira à sua inteira disposição. Bom seria se eles sofressem com o caos nos aeroportos brasileiros!
No caso do presidente do Senado, as regalias são as mesmas, a diferença está na linha de sucessão. Este é o quarto numa possível sucessão e pode instalar e arquivar pedidos de CPIs, shows que ano passado, muitos deles, não deram em nada.
A votação obedeceria ao critério da proporcionalidade, isto é, os partidos com a maior bancada são os que presidem as Casas. Neste caso, o PMDB. Mas quando há mais de um candidato, como é o caso de agora, quem ganhar é o presidente.
No Senado, como são apenas dois candidatos, é preciso que o candidato leve maioria, ou seja, 41 votos.
Agora, na Câmara, para que o deputado chegue à presidência são necessários 257 votos, o que equivale à metade mais um dos 513 deputados.
É onde mora o problema, pois se nenhum dos candidatos obtiver esse número haverá segundo turno com os dois mais votados. Em caso de um possível segundo turno, ganha quem conseguir metade de um quorum mínimo de 257 parlamentares, isto é, 129 votos.
A polêmica, agora, gira em torno das alianças.
No Senado, Tião Viana conta com o apoio formal do PT, PDT, PR, PSB, PSOL, PRB e, agora, o PSDB: um total de 38 votos. José Sarney tem o PMDB, o DEM e o PTB, que somam 41 votos. O PC do B e o PP ainda não formalizaram apoio
É preciso costurar bem os pontos de apoio, pois um passo em falso hoje poderá custar o desempenho dos candidatos às eleições de 2010.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Haverá traições dos dois lados
Quem vê os corredores do Senado vazios, nem imagina: é tensa a disputa pela presidência da casa. A três dias da eleição, uma reviravolta: os tucanos, que pareciam voar na direção do PMDB, desistiram da candidatura de José Sarney. A decisão foi na noite de quinta, em Pernambuco.
O PSDB apostou alto no peso de seus votos para eleger Sarney. Queria mais cargos na mesa e o comando de duas comissões estratégicas: a de economia e de relações exteriores. O PMDB não atendeu o pedido. Então, o PSDB se aliou a Tião Viana e praticamente embolou o jogo.
Tião Viana conta com o apoio formal do PT, PDT, PR, PSB, PSOL, PRB e, agora, o PSDB: um total de 38 votos. José Sarney tem o PMDB, o DEM e o PTB, que somam 41 votos. O PC do B e o PP ainda não formalizaram apoio.
A decisão é secreta e ninguém duvida: haverá traições dos dois lados.
Na Câmara, que também escolhe seus dirigentes na segunda-feira, a campanha não é só pela presidência. Os deputados disputam votos para os outros cargos de comando.
O PSDB apostou alto no peso de seus votos para eleger Sarney. Queria mais cargos na mesa e o comando de duas comissões estratégicas: a de economia e de relações exteriores. O PMDB não atendeu o pedido. Então, o PSDB se aliou a Tião Viana e praticamente embolou o jogo.
Tião Viana conta com o apoio formal do PT, PDT, PR, PSB, PSOL, PRB e, agora, o PSDB: um total de 38 votos. José Sarney tem o PMDB, o DEM e o PTB, que somam 41 votos. O PC do B e o PP ainda não formalizaram apoio.
A decisão é secreta e ninguém duvida: haverá traições dos dois lados.
Na Câmara, que também escolhe seus dirigentes na segunda-feira, a campanha não é só pela presidência. Os deputados disputam votos para os outros cargos de comando.
CBN - Eleição no Senado
Esquema das sessões desta segunda-feira (02/02)
Eleição no Senado
10h - Abertura da sessão para eleição do presidente
Os líderes podem fazer intervenções para abordar algum assunto referente aos procedimentos da eleição. Como a votação é secreta, os senadores são proibidos de indicar o voto.
Caberá a Garibaldi decidir na hora se dará espaço para o pronunciamento dos candidatos.
É praxe o discurso do presidente que está deixando o cargo. Pode ser antes da votação ou depois da proclamação do resultado.
A vitória se dá por maioria simples.
Obs.: Havendo um candidato, a eleição será feita no painel. Se houver mais de um, a votação é feita em cédulas de papel.
Após a apuração, o presidente da mesa proclama o resultado e chama o vencedor para se pronunciar.
Em seguida, se inicia o processo de eleição dos outros cargos da mesa.
Eleição na Câmara
10h - Sessão preparatória - líderes de partidos têm prazo de duas horas para fazer discursos. É provável que o atual presidente, Arlindo Chinaglia, também aproveite o tempo para se despedir do cargo.
12h - Abertura da ordem do dia
Os candidatos fazem discurso (o tempo é definido na hora pelo presidente da sessão. Geralmente, a média é de vinte minutos. A ordem é decidida por sorteio).
Em seguida, a votação é iniciada. É secreta. Os deputados entram em cabines fechadas e registram o voto eletrônico. Eles tem de votar nos onze cargos da mesa diretora. A expectativa é de que cada voto leve cerca de três minutos.
Encerrada a votação, se inicia o processo de apuração - a contagem começa pelo cargo do presidente. Depois, é feita a apuração dos outros cargos da mesa (vice-presidentes....).
Após a proclamação do resultado, Arlindo Chinaglia passa o cargo para o eleito, que deve fazer discurso e comandar a apuração dos outros cargos.
A vitória se dará por maioria absoluta.
A expectativa é de que a sessão dure cerca de três horas. Até 15h30, já devemos saber quem será o novo presidente.
No caso de segundo turno, o atual presidente define o horário da nova sessão. Os candidatos têm direito a fazer discurso antes da votação e o processo se repete.
Neste caso, a vitória se dará por maioria simples.
16h - Sessão de abertura dos trabalhos do Legislativo
Presidida pelo presidente eleito do senado
Abertura com hino nacional
Dilma Rousseff representará Lula, mas não terá direito a fazer discurso.
Gilmar Mendes leva a mensagem do Juridiário e deve fazer discurso.
A mensagem de Lula é lida pelo primeiro secretário da mesa do Congresso.
Eleição no Senado
10h - Abertura da sessão para eleição do presidente
Os líderes podem fazer intervenções para abordar algum assunto referente aos procedimentos da eleição. Como a votação é secreta, os senadores são proibidos de indicar o voto.
Caberá a Garibaldi decidir na hora se dará espaço para o pronunciamento dos candidatos.
É praxe o discurso do presidente que está deixando o cargo. Pode ser antes da votação ou depois da proclamação do resultado.
A vitória se dá por maioria simples.
Obs.: Havendo um candidato, a eleição será feita no painel. Se houver mais de um, a votação é feita em cédulas de papel.
Após a apuração, o presidente da mesa proclama o resultado e chama o vencedor para se pronunciar.
Em seguida, se inicia o processo de eleição dos outros cargos da mesa.
Eleição na Câmara
10h - Sessão preparatória - líderes de partidos têm prazo de duas horas para fazer discursos. É provável que o atual presidente, Arlindo Chinaglia, também aproveite o tempo para se despedir do cargo.
12h - Abertura da ordem do dia
Os candidatos fazem discurso (o tempo é definido na hora pelo presidente da sessão. Geralmente, a média é de vinte minutos. A ordem é decidida por sorteio).
Em seguida, a votação é iniciada. É secreta. Os deputados entram em cabines fechadas e registram o voto eletrônico. Eles tem de votar nos onze cargos da mesa diretora. A expectativa é de que cada voto leve cerca de três minutos.
Encerrada a votação, se inicia o processo de apuração - a contagem começa pelo cargo do presidente. Depois, é feita a apuração dos outros cargos da mesa (vice-presidentes....).
Após a proclamação do resultado, Arlindo Chinaglia passa o cargo para o eleito, que deve fazer discurso e comandar a apuração dos outros cargos.
A vitória se dará por maioria absoluta.
A expectativa é de que a sessão dure cerca de três horas. Até 15h30, já devemos saber quem será o novo presidente.
No caso de segundo turno, o atual presidente define o horário da nova sessão. Os candidatos têm direito a fazer discurso antes da votação e o processo se repete.
Neste caso, a vitória se dará por maioria simples.
16h - Sessão de abertura dos trabalhos do Legislativo
Presidida pelo presidente eleito do senado
Abertura com hino nacional
Dilma Rousseff representará Lula, mas não terá direito a fazer discurso.
Gilmar Mendes leva a mensagem do Juridiário e deve fazer discurso.
A mensagem de Lula é lida pelo primeiro secretário da mesa do Congresso.
PSDB do lado de lá
Agência Estado
Em uma reviravolta surpreendente no Senado, o PSDB decidiu ontem à noite dar o apoio e o voto de seus 13 senadores ao candidato do PT a presidente da Casa, Tião Viana (AC). A despeito da preferência da maioria da bancada pela candidatura do PMDB do senador José Sarney (AP), a cúpula tucana reuniu-se em Recife e, com o aval do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), decidiu optar pelo petista.
A nova opção do partido ocorreu depois que a negociação com o PMDB empacou, por conta de cargos. Quem definiu a mudança de rumo foi o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), em reunião com o líder no Senado, Arthur Virgílio (AM), e o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que desembarcou ontem em Recife, de volta de uma viagem de férias ao exterior. O presidente e o líder tinham a delegação dos senadores para definir o apoio em bloco da bancada a um dos candidatos, qualquer que fosse.
Os tucanos reivindicam duas posições na Mesa Diretora - a primeira vice-presidência e a quarta secretaria, além das presidências das comissões de Assuntos Econômicos e Relações Exteriores. Segundo peemedebistas, o pleito ultrapassa a quota de poder que as regras regimentais reservam ao PSDB, definida de acordo com o tamanho de cada bancada no Senado.
Aproveitando-se da dificuldade dos tucanos de acertar com Sarney os pleitos de cargos, Tião Viana respondeu com uma "carta compromisso" às 12 exigências listadas pela bancada para garantir o apoio dos senadores. "Reafirmo publicamente minha posição contrária à PEC (proposta de emenda constitucional ) do terceiro mandato (para o presidente Lula)", escreveu o candidato petista.
Só por volta das 22h Viana foi informado da novidade. Embora resistisse às pressões para se retirar da disputa, diante do favoritismo de Sarney, àquela altura o petista já estava descrente de um fato novo que lhe trouxesse a perspectiva de vitória.
Apesar da vantagem de Sarney, alardeada pelo PMDB, tucanos e petistas acreditam que a definição do PSDB terá efeito sobre as demais bancadas, estimulando dissidências.
Os tucanos não falaram em cargos com Viana ontem à noite. Repetiram, apenas, que a carta compromisso assinada por ele "criou um elo muito forte de confiança".
Em uma reviravolta surpreendente no Senado, o PSDB decidiu ontem à noite dar o apoio e o voto de seus 13 senadores ao candidato do PT a presidente da Casa, Tião Viana (AC). A despeito da preferência da maioria da bancada pela candidatura do PMDB do senador José Sarney (AP), a cúpula tucana reuniu-se em Recife e, com o aval do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), decidiu optar pelo petista.
A nova opção do partido ocorreu depois que a negociação com o PMDB empacou, por conta de cargos. Quem definiu a mudança de rumo foi o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), em reunião com o líder no Senado, Arthur Virgílio (AM), e o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que desembarcou ontem em Recife, de volta de uma viagem de férias ao exterior. O presidente e o líder tinham a delegação dos senadores para definir o apoio em bloco da bancada a um dos candidatos, qualquer que fosse.
Os tucanos reivindicam duas posições na Mesa Diretora - a primeira vice-presidência e a quarta secretaria, além das presidências das comissões de Assuntos Econômicos e Relações Exteriores. Segundo peemedebistas, o pleito ultrapassa a quota de poder que as regras regimentais reservam ao PSDB, definida de acordo com o tamanho de cada bancada no Senado.
Aproveitando-se da dificuldade dos tucanos de acertar com Sarney os pleitos de cargos, Tião Viana respondeu com uma "carta compromisso" às 12 exigências listadas pela bancada para garantir o apoio dos senadores. "Reafirmo publicamente minha posição contrária à PEC (proposta de emenda constitucional ) do terceiro mandato (para o presidente Lula)", escreveu o candidato petista.
Só por volta das 22h Viana foi informado da novidade. Embora resistisse às pressões para se retirar da disputa, diante do favoritismo de Sarney, àquela altura o petista já estava descrente de um fato novo que lhe trouxesse a perspectiva de vitória.
Apesar da vantagem de Sarney, alardeada pelo PMDB, tucanos e petistas acreditam que a definição do PSDB terá efeito sobre as demais bancadas, estimulando dissidências.
Os tucanos não falaram em cargos com Viana ontem à noite. Repetiram, apenas, que a carta compromisso assinada por ele "criou um elo muito forte de confiança".
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Pacote tentará salvar a economia americana
A Câmara controlada pelos Democratas aprovou US$ 819 bilhões para um pacote de estímulo econômico crítico para o plano do presidente Barack Obama de revitalizar a economia. Obama disse que espera que o plano de estímulo possa ser fortalecido ao ir para o Senado.
Com 244 votos a favor e 188 contra, os deputados aprovaram medidas como cortes nos impostos para as famílias e as pequenas empresas, além de investimentos em infraestruturas e programas sociais.
O custo estimado do pacote foi reduzido para US$ 816 bilhões, da quantia original de US$ 825 bilhões.
Outros US$ 3 bilhões foram acrescentados no plenário por congressistas democratas para financiar melhoras e obras no transporte público.
O pacote inclui US$ 544 bilhões em novos gastos do governo, com investimentos em infraestrutura; significativos recursos para estados, que ajudarão os governos a lidarem com uma situação cada vez mais deteriorada na economia; e assistência financeira à população de baixa renda mais afetada pela recessão.
O pacote inclui US$ 275 bilhões em medidas de cortes de impostos para indivíduos e empresas, com destaque em um corte de impostos de US$ 500 para cada trabalhador americano.
O presidente Barack Obama, que esperava um apoio bipartidário ao plano, insistiu hoje em que a economia passa por um momento "perigoso" e que "não há tempo a perder".
Na terça-feira, sete dias após sua posse, Obama foi ao Capitólio para persuadir seus detratores republicanos.
Apesar das tentativas de Obama, os republicanos apresentaram uma alternativa com mais cortes tributários e que, em sua opinião, custaria menos e dobraria a criação de empregos.
Assim, a votação de ontem refletiu a discórdia entre os partidos sobre o alcance e conteúdo do plano.
(Com Dow Jones e Reuters)
Com 244 votos a favor e 188 contra, os deputados aprovaram medidas como cortes nos impostos para as famílias e as pequenas empresas, além de investimentos em infraestruturas e programas sociais.
O custo estimado do pacote foi reduzido para US$ 816 bilhões, da quantia original de US$ 825 bilhões.
Outros US$ 3 bilhões foram acrescentados no plenário por congressistas democratas para financiar melhoras e obras no transporte público.
O pacote inclui US$ 544 bilhões em novos gastos do governo, com investimentos em infraestrutura; significativos recursos para estados, que ajudarão os governos a lidarem com uma situação cada vez mais deteriorada na economia; e assistência financeira à população de baixa renda mais afetada pela recessão.
O pacote inclui US$ 275 bilhões em medidas de cortes de impostos para indivíduos e empresas, com destaque em um corte de impostos de US$ 500 para cada trabalhador americano.
O presidente Barack Obama, que esperava um apoio bipartidário ao plano, insistiu hoje em que a economia passa por um momento "perigoso" e que "não há tempo a perder".
Na terça-feira, sete dias após sua posse, Obama foi ao Capitólio para persuadir seus detratores republicanos.
Apesar das tentativas de Obama, os republicanos apresentaram uma alternativa com mais cortes tributários e que, em sua opinião, custaria menos e dobraria a criação de empregos.
Assim, a votação de ontem refletiu a discórdia entre os partidos sobre o alcance e conteúdo do plano.
(Com Dow Jones e Reuters)
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
O Brasil recua no tempo
Durante todo o dia de ontem o governo teve várias chances para recuar da decisão de recriar barreira à importação.
Muitos empresários foram a Brasília reclamar. O ministro estava fora do país. A Fazenda poderia ter dito não.
Mas ao final do dia o balanço foi o seguinte. O ministro Miguel Jorge mandou dizer que a licença prévia não é um retrocesso. O ministro interino Ivan Ramalho disse que não é licença prévia, mas licença automática. Ramalho disse que vai demorar dez dias no máximo. Alguém precisa informar ao interino o que a palavra "automática" quer dizer e ao titular que o interino disse que não é licença prévia. Eles tem que se entender sobre o que estão justificando, afinal.
A Fazenda ouviu as reclamações dos empresários e confirmou a medida. Os empresários voltaram com a promessa de que a nova barreira à importação terá curta duração.
Foi um dia confuso que em tudo lembrou aqueles velhos tempos em que empresarios iam a Brasília pedir o direito de importar produtos. O governo teve tempo de recuar, mas não o fez e o Brasil recuou no tempo.
Muitos empresários foram a Brasília reclamar. O ministro estava fora do país. A Fazenda poderia ter dito não.
Mas ao final do dia o balanço foi o seguinte. O ministro Miguel Jorge mandou dizer que a licença prévia não é um retrocesso. O ministro interino Ivan Ramalho disse que não é licença prévia, mas licença automática. Ramalho disse que vai demorar dez dias no máximo. Alguém precisa informar ao interino o que a palavra "automática" quer dizer e ao titular que o interino disse que não é licença prévia. Eles tem que se entender sobre o que estão justificando, afinal.
A Fazenda ouviu as reclamações dos empresários e confirmou a medida. Os empresários voltaram com a promessa de que a nova barreira à importação terá curta duração.
Foi um dia confuso que em tudo lembrou aqueles velhos tempos em que empresarios iam a Brasília pedir o direito de importar produtos. O governo teve tempo de recuar, mas não o fez e o Brasil recuou no tempo.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Para não esquecer
Nesses últimos dias, nenhuma notícia, por mais importante que seja, supera em grandeza e em miséria as lembranças dos 64 anos da libertação do campo de Auschwitz, na Polônia, ocorrida em 27 de janeiro de 1945, pelas armas do Exército soviético.
Em Auschwitz morreram, por ordem dos nazistas, aproximadamente um milhão de prisioneiros.
Primeiro, prisioneiros políticos poloneses, depois prisioneiros de guerra soviéticos, ciganos e deportados de várias nacionalidades.
A partir de junho de 1942, no entanto, o campo de Auschwitz foi destinado ao programa de extermínio de toda a população de judeus da Europa.
As câmaras de gás de Birkenau, anexas a Auschwitz, exterminaram mais de 75% dos judeus encaminhados ao campo.
Quando os nazistas perceberam que o fim da guerra estava próximo, tentaram apagar todas as evidências das atrocidades cometidas em Auschwitz-Birkenau.
Desmantelaram as câmaras de gás e os crematórios, queimaram documentos e evacuaram todos os prisioneiros que podiam andar.
A chegada do Exército Vermelho permitiu salvar algumas centenas de sobreviventes.
Auschwitz é e deve permanecer um símbolo da estupidez de que é capaz a espécie humana. É daqueles momentos em que a sociedade humana emprega toda a sua inteligência, toda a sua sofisticação e criatividade, toda a sua tecnologia a serviço do Mal.
Auschwitz não é produto de uma nação de botocudos, de indivíduos mal saídos da pré-história.
Ao contrário, Auschwitz foi produzido por um dos povos mais adiantados e sofisticados do mundo, um país que legou à Humanidade Beethoven, Wagner, Goethe, Schiller, Weber, entre tantos outros gênios.
Mas a Alemanha também produziu Hitler, Goering, Himmler, e produziu as atrocidades cometidas nos campos de concentração e de extermínio de Bergen-Belsen, Buchenwald, Dachau, Ravensbruck, Sobibor, Treblinka...
E é melhor parar por aqui, porque a lista é muito mais extensa.
Em tempo histórico, isto tudo aconteceu ontem. Sessenta e três anos não são nada.
É importante lembrar sempre, porque, a qualquer momento, mesmo as nações mais civilizadas do planeta podem contribuir decisivamente para mergulhar o mundo no horror, na estupidez e na bárbarie.
Nessas horas em que a loucura se apodera do planeta, ninguém pode pretender ser inteiramente inocente, quando pequenos conflitos localizados se transformam num incêndio de proporções mundiais.
Por isso, relembrar o Holocausto é esperar que ele nunca mais aconteça novamente.
Mas relembrar o Holocausto é também reconhecer que a espécie humana é capaz, sim, de mergulhar na estupidez e de produzir outros Auschwitz.
Em Auschwitz morreram, por ordem dos nazistas, aproximadamente um milhão de prisioneiros.
Primeiro, prisioneiros políticos poloneses, depois prisioneiros de guerra soviéticos, ciganos e deportados de várias nacionalidades.
A partir de junho de 1942, no entanto, o campo de Auschwitz foi destinado ao programa de extermínio de toda a população de judeus da Europa.
As câmaras de gás de Birkenau, anexas a Auschwitz, exterminaram mais de 75% dos judeus encaminhados ao campo.
Quando os nazistas perceberam que o fim da guerra estava próximo, tentaram apagar todas as evidências das atrocidades cometidas em Auschwitz-Birkenau.
Desmantelaram as câmaras de gás e os crematórios, queimaram documentos e evacuaram todos os prisioneiros que podiam andar.
A chegada do Exército Vermelho permitiu salvar algumas centenas de sobreviventes.
Auschwitz é e deve permanecer um símbolo da estupidez de que é capaz a espécie humana. É daqueles momentos em que a sociedade humana emprega toda a sua inteligência, toda a sua sofisticação e criatividade, toda a sua tecnologia a serviço do Mal.
Auschwitz não é produto de uma nação de botocudos, de indivíduos mal saídos da pré-história.
Ao contrário, Auschwitz foi produzido por um dos povos mais adiantados e sofisticados do mundo, um país que legou à Humanidade Beethoven, Wagner, Goethe, Schiller, Weber, entre tantos outros gênios.
Mas a Alemanha também produziu Hitler, Goering, Himmler, e produziu as atrocidades cometidas nos campos de concentração e de extermínio de Bergen-Belsen, Buchenwald, Dachau, Ravensbruck, Sobibor, Treblinka...
E é melhor parar por aqui, porque a lista é muito mais extensa.
Em tempo histórico, isto tudo aconteceu ontem. Sessenta e três anos não são nada.
É importante lembrar sempre, porque, a qualquer momento, mesmo as nações mais civilizadas do planeta podem contribuir decisivamente para mergulhar o mundo no horror, na estupidez e na bárbarie.
Nessas horas em que a loucura se apodera do planeta, ninguém pode pretender ser inteiramente inocente, quando pequenos conflitos localizados se transformam num incêndio de proporções mundiais.
Por isso, relembrar o Holocausto é esperar que ele nunca mais aconteça novamente.
Mas relembrar o Holocausto é também reconhecer que a espécie humana é capaz, sim, de mergulhar na estupidez e de produzir outros Auschwitz.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Administração em Foco
A área de Recursos Humanos é uma área multidisciplinar onde, sua aspiração maior é a de integrar percepções, sonhos e desejos.
Quando nos referimos a integrar, estamos querendo esclarecer ao leigo que a área de Recursos Humanos não é uma área que treina pessoas, que recruta, que avalia, que remunera, que contrata, etc. Isto é o produto míope que ela oferece à organização. A área de Recursos Humanos é muito mais que isto.
Cabe a área de Recursos Humanos integrar os desejos e as crenças dos executivos das empresas (e/ou dos donos), com também os desejos e vontades dos trabalhadores daquela empresa.
Para quê?
Para tornar a empresa mais flexível, feliz, saudável e competitiva, entre outras.
As organizações do terceiro milênio se distinguirão através dos recursos humanos. E para tal eles deverão estar felizes, comprometidos e altamente preparados para as frequentes mudanças que com certeza acontecerão.
Uma das grandes áreas que recebe a incumbência de administrar este desafio é a área de Treinamento e Desenvolvimento.
Sem nos alongarmos muito e acabarmos sendo muito técnicos, que não nos interessa neste artigo, treinamento significa “o preparo da pessoa para o cargo”. (Chiavenato, 2002)
Já a área de Desenvolvimento se aproxima mais da educação que é “o preparo da pessoa para a vida e pela vida”. (Chiavenato, 2002)
Nos valendo do que conceitua o professor Chiavenato, podemos afirmar que treinamento é uma ação de Recursos Humanos pontual e que desenvolvimento é uma ação mais voltada para o futuro do trabalhador, do trabalho e da organização.
Se é verdade o que eu afirmei acima, esta área é estratégica. Pois lida com o alcance dos objetivos, treina os trabalhadores da organização nos requisitos básicos necessários a fim de competir no mercado altamente competitivo, desenvolve competências, dissemina a cultura, os valores, a missão, a visão, os objetivos, as metas da organização; discute questões de clima organizacional, entre outros; bem como tem como tem como principais objetivos:
Preparar as pessoas para a execução de tarefas peculiares à sua organização;
Mudar a atitudes das pessoas.
Neste ponto esta mudança de atitude tem várias finalidades;
Desenvolver novas habilidades, conceitos, etc;
Transmissão de informações;
Desenvolvimento de conceitos;
Aumento da produtividade;
Melhorar a comunicação;
Diminuir o retrabalho;
Melhorar o relacionamento interpessoal;
Preparar as pessoas e a organização no que diz respeito à substituição e a movimentação de pessoas; etc.
Assim, no limite, a área de Treinamento e Desenvolvimento é a responsável pelo “processo pelo qual a pessoa é prepara para desempenhar de maneira excelente as tarefas específicas do cargo que deve ocupar.” (Chiavenato, 1999)
Para finalizar, sabemos que o universo é composto de dados e que estes dados agrupados por classes ou famílias, transformam-se em informação.
No mundo dos negócios, conhecimento é poder.
Porém, o conhecimento deve ser compartilhado e disseminado. Quanto mais informação você compartilha maior é o seu retorno. Tanto para você, quanto para sua organização.
Seguindo esta lógica, cabe a área de Treinamento e Desenvolvimento facilitar que a empresa inteira possa produzir este bem que é o bem mais valioso na nova economia.
Quando nos referimos a integrar, estamos querendo esclarecer ao leigo que a área de Recursos Humanos não é uma área que treina pessoas, que recruta, que avalia, que remunera, que contrata, etc. Isto é o produto míope que ela oferece à organização. A área de Recursos Humanos é muito mais que isto.
Cabe a área de Recursos Humanos integrar os desejos e as crenças dos executivos das empresas (e/ou dos donos), com também os desejos e vontades dos trabalhadores daquela empresa.
Para quê?
Para tornar a empresa mais flexível, feliz, saudável e competitiva, entre outras.
As organizações do terceiro milênio se distinguirão através dos recursos humanos. E para tal eles deverão estar felizes, comprometidos e altamente preparados para as frequentes mudanças que com certeza acontecerão.
Uma das grandes áreas que recebe a incumbência de administrar este desafio é a área de Treinamento e Desenvolvimento.
Sem nos alongarmos muito e acabarmos sendo muito técnicos, que não nos interessa neste artigo, treinamento significa “o preparo da pessoa para o cargo”. (Chiavenato, 2002)
Já a área de Desenvolvimento se aproxima mais da educação que é “o preparo da pessoa para a vida e pela vida”. (Chiavenato, 2002)
Nos valendo do que conceitua o professor Chiavenato, podemos afirmar que treinamento é uma ação de Recursos Humanos pontual e que desenvolvimento é uma ação mais voltada para o futuro do trabalhador, do trabalho e da organização.
Se é verdade o que eu afirmei acima, esta área é estratégica. Pois lida com o alcance dos objetivos, treina os trabalhadores da organização nos requisitos básicos necessários a fim de competir no mercado altamente competitivo, desenvolve competências, dissemina a cultura, os valores, a missão, a visão, os objetivos, as metas da organização; discute questões de clima organizacional, entre outros; bem como tem como tem como principais objetivos:
Preparar as pessoas para a execução de tarefas peculiares à sua organização;
Mudar a atitudes das pessoas.
Neste ponto esta mudança de atitude tem várias finalidades;
Desenvolver novas habilidades, conceitos, etc;
Transmissão de informações;
Desenvolvimento de conceitos;
Aumento da produtividade;
Melhorar a comunicação;
Diminuir o retrabalho;
Melhorar o relacionamento interpessoal;
Preparar as pessoas e a organização no que diz respeito à substituição e a movimentação de pessoas; etc.
Assim, no limite, a área de Treinamento e Desenvolvimento é a responsável pelo “processo pelo qual a pessoa é prepara para desempenhar de maneira excelente as tarefas específicas do cargo que deve ocupar.” (Chiavenato, 1999)
Para finalizar, sabemos que o universo é composto de dados e que estes dados agrupados por classes ou famílias, transformam-se em informação.
No mundo dos negócios, conhecimento é poder.
Porém, o conhecimento deve ser compartilhado e disseminado. Quanto mais informação você compartilha maior é o seu retorno. Tanto para você, quanto para sua organização.
Seguindo esta lógica, cabe a área de Treinamento e Desenvolvimento facilitar que a empresa inteira possa produzir este bem que é o bem mais valioso na nova economia.
CBN Rio
sábado, 24 de janeiro de 2009
Boliviano entre o SIM e o NÃO
Amanhã os bolivianos irão às urnas para mais um referendo. Neste o tema abordado é o da nova Constituição da Bolívia.
E, está gerando a maior confusão entre o governo e a oposição.
Pontos relevantes, como questão indígena, agrária, reeleição, divisão territorial, recursos naturais, cultivo de coca, política externa e religião, serão decididos além da alteração na Constituição atual.
Sempre que os temas são abordados entre os interlocutores do governo e da oposição os ânimos se exaltam.
O importante é que qualquer alteração que seja feita, a população será primeiro consultada.
O governo de Evo Morales é ‘democrático’, mas precisa afinar o discurso entre seus aliados.
O ‘SIM’ defendido por Evo e o ‘NÃO’ pela oposição levará neste domingo mais de quatro milhões de eleitores às urnas em todo o país.
A vacância no texto está fazendo a oposição subir a temperatura das discussões.
E, está gerando a maior confusão entre o governo e a oposição.
Pontos relevantes, como questão indígena, agrária, reeleição, divisão territorial, recursos naturais, cultivo de coca, política externa e religião, serão decididos além da alteração na Constituição atual.
Sempre que os temas são abordados entre os interlocutores do governo e da oposição os ânimos se exaltam.
O importante é que qualquer alteração que seja feita, a população será primeiro consultada.
O governo de Evo Morales é ‘democrático’, mas precisa afinar o discurso entre seus aliados.
O ‘SIM’ defendido por Evo e o ‘NÃO’ pela oposição levará neste domingo mais de quatro milhões de eleitores às urnas em todo o país.
A vacância no texto está fazendo a oposição subir a temperatura das discussões.
Presente da CBN
Recebi, ontem, em casa o novo livro da Danusia Barbara: Restaurantes do Rio, Guia 2009 (Editora Senac).A promoção, veiculada pela rádio CBN, sorteou entre os ouvintes exemplares desse bom-gosto.
Com mais de 700 indicações de restaurantes, botequins, pousadas, bufês e pontos gastronômicos, o Guia nos leva aos melhores e mais requintados pontos para uma boa refeição.
Traz detalhes que só vendo.
Endereços, preços, páginas eletrônicas, telefones, horários de funcionamento e muito mais.
O melhor do guia é que ele é bilíngue, isto é, escrito em inglês e em português. Um luxo!!
A Danusia Barbara é jornalista e participa do programa CBN Rio, veiculado pela CBN a partir das 9h35, como crítica gastronômica.
Sua participação vai ao ar sempre às 11h35. Quase na hora do almoço.
É impossível sair pelo Rio sem passar por um ponto gastronômico que ela não tenha recomendado.
Além de viajar pelo mundo inteiro em busca de sabores, gostos, texturas, contrastes, sensações.
Há mais de vinte anos publica o Guia Danusia Barbara sobre os restaurantes do Rio.
Mestre em Poética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estudou também na Columbia University, em Nova York, e é autora dos livros Rio, sabores & segredos; Tomate; Feijão; Berinjela; Porco; Batata; Crustáceos; Arroz; Satyricon – O mar à mesa; Le Saint Honoré: Paris–Rio; A borrachinha que queria ser lápis (infantil) e Roteiro turístico-cultural das praias do Rio de Janeiro.
Recomendo!!!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
No Twitter
Para acompanhar as diversas modificações tecnológicas que a atualidade nos propõem (praticamente nos obrigam) aderi ao contexto do Twitter.com, site de relacionamento e de publicação. Uma espécie de 'orkut' moderno para expor pensamentos em tempo real.O blog está no endereço www.twitter.com/ellyel.
Taxa Selic
O Comitê de Política Monetária (Copom) optou nessa quarta-feira por um corte de 1,0 ponto percentual do juro básico brasileiro, ritmo não visto desde o final de 2003.
Na primeira redução desde setembro de 2007, a Selic caiu para 12,75 por cento ao ano. A decisão foi por cinco votos a três, sendo que os dissidentes defenderam uma redução de 0,75 ponto percentual.
Nota do COPOM
"Com isso, o comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação."
Na primeira redução desde setembro de 2007, a Selic caiu para 12,75 por cento ao ano. A decisão foi por cinco votos a três, sendo que os dissidentes defenderam uma redução de 0,75 ponto percentual.
Nota do COPOM
"Com isso, o comitê inicia um processo de flexibilização da política monetária realizando de imediato parte relevante do movimento da taxa básica de juros, sem prejuízo para o cumprimento da meta para a inflação."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Troféu Mulher Imprensa
Chegou o momento de você votar nas jornalistas que mais se destacaram em 2008 (edição 2009).Foi dada a largada para a 5ª edição do Troféu Mulher IMPRENSA. Uma realização da revista IMPRENSA, em parceria com a ABERJE e o MaxPress, o prêmio visa homenagear as mulheres que atuam no Jornalismo brasileiro, em seus mais diversos setores.
Nesta quinta edição, a novidade está na série de matérias que serão publicadas, a fim de mostrar qual a atual situação da mulher nas redações e no mercado de trabalho brasileiro.
Acompanhe e, claro, vote.
O blog declara seus votos:
Lucia Hippolito - Âncora de Rádio, categoria 1
Maria Beltrão - Âncora de Telejornal, categoria 2
Míriam Leitão - Colunista de Jornal Impresso, categoria 9
Lucia Hippolito - Comentarista ou colunista de rádio, categoria 10
Mariza Tavares - Diretora de Redação, categoria 11
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Portal Uniabeu
Os graduandos e os professores da Uniabeu passam a acessar o novo portal da instituição. Moderno, fácil acesso e melhores conteúdos, a partir desse semestre iremos encontrar um novo formato do site.
Para acessar é só clicar em http://www.uniabeu.edu.br/
Para acessar é só clicar em http://www.uniabeu.edu.br/
É hoje!
Chegou o grande dia para o primeiro presidente negro dos Estados Unidos.Barack Obama, eleito em 2008, toma posse nesta terça-feira (20/01) como 44º presidente dos Estados Unidos.
A cerimônia de posse irá iniciar às 13 horas (horário de Brasília) na frente do Capitólio, sede do Congresso norte-americano. Com a bíblia de Abraham Lincoln em mãos, às 15 horas (horário de Brasília), Obama prestará o juramento e irá pronunciar seu discurso de posse.
Nesta segunda-feira (19/01), Barack Obama reforçou que irá renovar a promessa do sonho americano em seu mandato.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Por dentro do blog
Estou de volta. Consertos feitos, espera-se que a tecnologia não me deixe na mão de novo.
O problema do meu computador já está resolvido.
Hoje teremos a posse do Obama. Vamos acompanhar.
O problema do meu computador já está resolvido.
Hoje teremos a posse do Obama. Vamos acompanhar.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Administração em Foco
MOTIVAÇÃO É FATOR RELEVANTE
Ellyel dos Santos
Nos últimos anos, tudo ficou diferente e será mais diferente ainda no ramo empresarial. A constante mudança que afeta as pessoas aumenta a competição e o número de clientes, os quais atualmente estão preocupados em comparar preços, qualidade e valor agregado. Estes fatores estão levando as empresas rumo ao sucesso ou ao fracasso. Por isso, é necessário que as empresas passem por diversas transformações relevantes. Diante de tal preocupação, um novo conceito tornou-se essencial nas discussões de temas empresariais, o de motivação. A palavra motivação provém do latim movere, que significa mover.
Motivar as pessoas, torná-las comprometidas, confiantes e decididas com a organização não é tarefa das mais simples. Sabe-se, através de estudos recentes, que a motivação significa a plataforma de desejo vinculado à execução de esforços condicionados para determinados objetivos organizacionais, satisfazendo também objetivos pessoais. Recompensas monetárias, recompensas não-monetárias (como reconhecimento, prestígio e status), enriquecimento de tarefas, flexibilidade do horário de trabalho, são formas que podem aplicar às organizações elevando-se o moral e o clima de trabalho entre os colaboradores.
Motivação apresenta-se com um conceito amplo de inesgotáveis análises, mas associa-se, essencialmente, com a perspectiva microscópica do comportamento organizacional, além de como um processo psicológico básico.
Dessa maneira, apesar de o assunto ser complexo, diversas teorias no decorrer desses anos foram analisadas. Partindo do pressuposto de que cada pessoa é uma pessoa, têm-se, portanto, a coerência de que alguma força direcionada de dentro do indivíduo é capaz de fazê-lo buscar o atendimento de suas necessidades.
Diante de tantas teorias sobre motivação destaca-se, divididas em três grupos, teoria de conteúdo, processo e de reforço.
O foco, portanto, estará voltado para as teorias baseadas no conteúdo da motivação, isto é, partir do princípio de que os motivos do comportamento humano residem no próprio indivíduo.
E, diante desse aspecto, destaca-se a teoria motivacional de Maslow, em que se baseia na chamada teoria das necessidades, cujo fundamento enfatiza a hierarquização das necessidades, de acordo com sua relevância e influência no comportamento humano.
As necessidades apontadas por Maslow são de caráter fisiológicas, de segurança, sociais, de estima e de auto-realização, dividindo-se em dois grupos relevantes: grupo das necessidades primárias, ou seja, as duas primeiras e o grupo das necessidades secundárias, configurando, assim, as demais.
Os argumentos da teoria de Maslow resumem-se, basicamente, no contexto de que o comportamento do indivíduo, desde seu nascimento, já sofre influência às necessidades.
Dentro desse contexto, pode-se fazer referência a Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo alemão, que descreveu no seu livro, Assim Falou Zaratustra, passos categóricos de como um Homem poderia tornar-se um super-homem.
Arraigava, entre linhas, que o super-homem é aquele que tratará do presente pensando no futuro, ampliará seus próprios segmentos para seu desenvolvimento intelectual, estará flexível às mudanças, fará suas próprias leis e as obedecerá. Em suma, mostra um novo comportamento para o homem, conforme as mudanças que estão ocorrendo no dia-a-dia.
Portanto, com todas essas evoluções, as organizações precisam buscar um modelo integrado de motivação, isto é, acompanhar e monitorar os desígnios do “super-homem”, que possibilite a capacitação das pessoas, a motivação e a oferta de oportunidades e desafios para um melhor desempenho.
Ellyel dos Santos
Nos últimos anos, tudo ficou diferente e será mais diferente ainda no ramo empresarial. A constante mudança que afeta as pessoas aumenta a competição e o número de clientes, os quais atualmente estão preocupados em comparar preços, qualidade e valor agregado. Estes fatores estão levando as empresas rumo ao sucesso ou ao fracasso. Por isso, é necessário que as empresas passem por diversas transformações relevantes. Diante de tal preocupação, um novo conceito tornou-se essencial nas discussões de temas empresariais, o de motivação. A palavra motivação provém do latim movere, que significa mover.
Motivar as pessoas, torná-las comprometidas, confiantes e decididas com a organização não é tarefa das mais simples. Sabe-se, através de estudos recentes, que a motivação significa a plataforma de desejo vinculado à execução de esforços condicionados para determinados objetivos organizacionais, satisfazendo também objetivos pessoais. Recompensas monetárias, recompensas não-monetárias (como reconhecimento, prestígio e status), enriquecimento de tarefas, flexibilidade do horário de trabalho, são formas que podem aplicar às organizações elevando-se o moral e o clima de trabalho entre os colaboradores.
Motivação apresenta-se com um conceito amplo de inesgotáveis análises, mas associa-se, essencialmente, com a perspectiva microscópica do comportamento organizacional, além de como um processo psicológico básico.
Dessa maneira, apesar de o assunto ser complexo, diversas teorias no decorrer desses anos foram analisadas. Partindo do pressuposto de que cada pessoa é uma pessoa, têm-se, portanto, a coerência de que alguma força direcionada de dentro do indivíduo é capaz de fazê-lo buscar o atendimento de suas necessidades.
Diante de tantas teorias sobre motivação destaca-se, divididas em três grupos, teoria de conteúdo, processo e de reforço.
O foco, portanto, estará voltado para as teorias baseadas no conteúdo da motivação, isto é, partir do princípio de que os motivos do comportamento humano residem no próprio indivíduo.
E, diante desse aspecto, destaca-se a teoria motivacional de Maslow, em que se baseia na chamada teoria das necessidades, cujo fundamento enfatiza a hierarquização das necessidades, de acordo com sua relevância e influência no comportamento humano.
As necessidades apontadas por Maslow são de caráter fisiológicas, de segurança, sociais, de estima e de auto-realização, dividindo-se em dois grupos relevantes: grupo das necessidades primárias, ou seja, as duas primeiras e o grupo das necessidades secundárias, configurando, assim, as demais.
Os argumentos da teoria de Maslow resumem-se, basicamente, no contexto de que o comportamento do indivíduo, desde seu nascimento, já sofre influência às necessidades.
Dentro desse contexto, pode-se fazer referência a Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo alemão, que descreveu no seu livro, Assim Falou Zaratustra, passos categóricos de como um Homem poderia tornar-se um super-homem.
Arraigava, entre linhas, que o super-homem é aquele que tratará do presente pensando no futuro, ampliará seus próprios segmentos para seu desenvolvimento intelectual, estará flexível às mudanças, fará suas próprias leis e as obedecerá. Em suma, mostra um novo comportamento para o homem, conforme as mudanças que estão ocorrendo no dia-a-dia.
Portanto, com todas essas evoluções, as organizações precisam buscar um modelo integrado de motivação, isto é, acompanhar e monitorar os desígnios do “super-homem”, que possibilite a capacitação das pessoas, a motivação e a oferta de oportunidades e desafios para um melhor desempenho.
Caso de nepotismo gera exoneração no Rio
Para recordar!!!!!
Nepotismo é parte da tradição católica. Nepos, em latim, significa neto ou descendente.
Chamava-se “nepote” o sobrinho do papa. Como os papas não tinham filhos (alguns tiveram, mas é outra história), mas tinham sobrinhos, nomeavam a sobrinhada toda para cargos na burocracia da Igreja Católica. Eram bispos, cardeais, membros da Cúria Romana. E por aí vai.
As monarquias católicas praticavam o nepotismo deslavado, porque não havia uma separação nítida entre o público e o privado. O reino pertencia ao rei. E ponto final.
Napoleão Bonaparte, que se tornou imperador conquistando a coroa na ponta da espada, levou o nepotismo ao paroxismo. Entregou reinos inteiros para os irmãos e generais amigos: José foi coroado rei da Espanha; Luís, rei de Nápoles; o general Bernadotte virou rei da Suécia (a dinastia Bernadotte está no trono sueco até hoje).
Uma das críticas dos líderes protestantes à Igreja Católica era justamente a prática de os papas considerarem a Igreja “coisa sua” (ou “cosa nostra”).
Por isso, os países protestantes passaram a combater o nepotismo e a adotar regras de impessoalidade e meritocracia na administração pública.
(Nos Estados Unidos, no início da década de 60, o recém-empossado presidente John Kennedy quase sofreu um processo de impeachment aos vinte minutos do primeiro tempo, porque teve a ousadia de nomear seu irmão Robert Kennedy Attorney-general (o equivalente a ministro da Justiça). Foi um escândalo!
No Brasil, o nepotismo chegou com as caravelas de Cabral. Pero Vaz de Caminha, escrivão-mor da frota, encaminhou carta ao rei d. Manuel I, dando conta da descoberta de uma terra generosa, “onde se plantando, tudo dá”.
No final, Caminha pedia ao rei que arranjasse um emprego para um sobrinho, rapaz muito competente e cumpridor dos deveres... Pois é.
Reportagem veiculada, hoje, pelo Jornal O Globo:
O governo do prefeito Eduardo Paes, que entre seus primeiros atos ao tomar posse no dia 1º baixou regras rígidas proibindo a contratação de parentes, registrou nesta quarta-feira seu primeiro caso de nepotismo. O advogado Luiz Antônio Miranda Reis foi nomeado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, assessor jurídico da Secretaria Especial da Copa 2014 e da Rio 2016, em ato publicado no Diário Oficial . A pasta é comandada pelo irmão de Luiz Antônio, Ruy Cézar Miranda Reis. No fim da tarde, após saber pelo GLOBO do vínculo familiar, Pedro Paulo anunciou que Luiz foi exonerado.
Ruy Cézar alegou que, ao indicar o irmão para o cargo, não teve intenção de burlar o decreto de Paes nem a súmula 13 do STF, que no ano passado proibiu o nepotismo, vedando a nomeação de parentes até o terceiro grau. A única exceção é se o parente já for servidor público. Segundo Ruy, os critérios foram técnicos. Antes de conversar com Pedro Paulo e saber que o irmão seria exonerado, ele disse que não se trataria de um caso de nepotismo, porque a iniciativa de nomear o irmão não partiu dele, mas de outro secretário. Ruy Cézar disse que seu irmão, desde 2001, participou do processo de análise de documentos da candidatura e da realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007 e dos preparativos para os próximos grandes eventos esportivos no Rio.
Já a vereadora Andrea Gouvêa Vieira (PSDB) disse nesta quarta que vai prestar queixa ao Ministério Público em relação à contratação de parentes do ex-prefeito Cesar Maia nos gabinetes dos vereadores Carlo Caiado e Eider Dantas, ambos do DEM. Para ela, Cesar Maia teria se aproveitado de sua condição de ex-prefeito para beneficiar seus parentes e não deixá-los sem emprego.
Nepotismo é parte da tradição católica. Nepos, em latim, significa neto ou descendente.
Chamava-se “nepote” o sobrinho do papa. Como os papas não tinham filhos (alguns tiveram, mas é outra história), mas tinham sobrinhos, nomeavam a sobrinhada toda para cargos na burocracia da Igreja Católica. Eram bispos, cardeais, membros da Cúria Romana. E por aí vai.
As monarquias católicas praticavam o nepotismo deslavado, porque não havia uma separação nítida entre o público e o privado. O reino pertencia ao rei. E ponto final.
Napoleão Bonaparte, que se tornou imperador conquistando a coroa na ponta da espada, levou o nepotismo ao paroxismo. Entregou reinos inteiros para os irmãos e generais amigos: José foi coroado rei da Espanha; Luís, rei de Nápoles; o general Bernadotte virou rei da Suécia (a dinastia Bernadotte está no trono sueco até hoje).
Uma das críticas dos líderes protestantes à Igreja Católica era justamente a prática de os papas considerarem a Igreja “coisa sua” (ou “cosa nostra”).
Por isso, os países protestantes passaram a combater o nepotismo e a adotar regras de impessoalidade e meritocracia na administração pública.
(Nos Estados Unidos, no início da década de 60, o recém-empossado presidente John Kennedy quase sofreu um processo de impeachment aos vinte minutos do primeiro tempo, porque teve a ousadia de nomear seu irmão Robert Kennedy Attorney-general (o equivalente a ministro da Justiça). Foi um escândalo!
No Brasil, o nepotismo chegou com as caravelas de Cabral. Pero Vaz de Caminha, escrivão-mor da frota, encaminhou carta ao rei d. Manuel I, dando conta da descoberta de uma terra generosa, “onde se plantando, tudo dá”.
No final, Caminha pedia ao rei que arranjasse um emprego para um sobrinho, rapaz muito competente e cumpridor dos deveres... Pois é.
Reportagem veiculada, hoje, pelo Jornal O Globo:
O governo do prefeito Eduardo Paes, que entre seus primeiros atos ao tomar posse no dia 1º baixou regras rígidas proibindo a contratação de parentes, registrou nesta quarta-feira seu primeiro caso de nepotismo. O advogado Luiz Antônio Miranda Reis foi nomeado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, assessor jurídico da Secretaria Especial da Copa 2014 e da Rio 2016, em ato publicado no Diário Oficial . A pasta é comandada pelo irmão de Luiz Antônio, Ruy Cézar Miranda Reis. No fim da tarde, após saber pelo GLOBO do vínculo familiar, Pedro Paulo anunciou que Luiz foi exonerado.
Ruy Cézar alegou que, ao indicar o irmão para o cargo, não teve intenção de burlar o decreto de Paes nem a súmula 13 do STF, que no ano passado proibiu o nepotismo, vedando a nomeação de parentes até o terceiro grau. A única exceção é se o parente já for servidor público. Segundo Ruy, os critérios foram técnicos. Antes de conversar com Pedro Paulo e saber que o irmão seria exonerado, ele disse que não se trataria de um caso de nepotismo, porque a iniciativa de nomear o irmão não partiu dele, mas de outro secretário. Ruy Cézar disse que seu irmão, desde 2001, participou do processo de análise de documentos da candidatura e da realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007 e dos preparativos para os próximos grandes eventos esportivos no Rio.
Já a vereadora Andrea Gouvêa Vieira (PSDB) disse nesta quarta que vai prestar queixa ao Ministério Público em relação à contratação de parentes do ex-prefeito Cesar Maia nos gabinetes dos vereadores Carlo Caiado e Eider Dantas, ambos do DEM. Para ela, Cesar Maia teria se aproveitado de sua condição de ex-prefeito para beneficiar seus parentes e não deixá-los sem emprego.
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